quarta-feira, 26 de outubro de 2016

LANÇAMENTO DO LIVRO “AJUDARIS´16 HISTÓRIAS DE ENCANTAR”

Livro disponível na BE da ESA
O Agrupamento de Escola de Arouca participou, pelo segundo ano consecutivo, no projeto Histórias da Ajudaris, que é uma iniciativa de incentivo à leitura, à escrita e de ajuda aos que mais precisam, promovido pela associação Ajudaris.
No ano letivo anterior dez turmas, do pré-escolar e 1.ºciclo, participaram no projeto Histórias da Ajudaris através da produção de textos coletivos, sobre o tema Alimentação, proposto pela própria associação. No final do ano letivo 2015/16 o agrupamento foi informado da lista de textos selecionados para serem contemplados no livro “Ajudaris´16 Histórias de Encantar”, tendo sido contemplados cinco textos do Agrupamento de Escolas de Arouca, das seguintes turmas, JI BUR sala 1, 2.º/4.ºA ALV, 3.ºA BOV, 3.ºC ARC e 3.ºA ROS.
O livro “Ajudaris´16 Histórias de Encantar” foi lançado no dia 22 de outubro, na Universidade Lusíada, no Porto. Esta festa dos pequenos grandes autores, contou com a presença de professores, familiares, artistas e toda a rede de afetos envolvida, bem como dos padrinhos solidários deste ano, o jornalista Mário Augusto e a escritora Isabel Zambujal, que apresentaram o lançamento.
Em representação do Agrupamento de Escolas de Arouca e das turmas, estiveram presentes: a professora bibliotecária Marta Brandão, os alunos Andreia Mendes, Daniela Ferreira e Cristiano Silva, da Escola Básica, familiares e amigos dos alunos presentes. 
O Agrupamento de Escolas de Arouca agradece à Junta de Freguesia de Alvarenga pela disponibilização do transporte para os alunos e familiares. No final da sessão os co-autores presentes deram muitos autógrafos.
Parabéns a todos os que colaboraram neste projeto solidário.
Todos os trabalhos realizados no âmbito deste projeto foram convertidos em livro digital, pelos professores bibliotecários e equipa, que desafiaram os alunos envolvidos e turmas onde estão inseridos este ano letivo, a ilustrarem e narrarem os textos, recorrendo à ferramenta digital Little bird tales. Os textos poderão ser consultados em breve através dos blogues das Bibliotecas.
Veja aqui as fotos.

OS 12 MELHORES LIVROS PORTUGUESES DOS ÚLTIMOS 100 ANOS (Estante, revista FNAC)

Estante, revista FNAC

Estante convidou um júri de cinco elementos, composto pela jornalista Clara Ferreira Alves, o crítico Pedro Mexia, o professor catedrático Carlos Reis, o editor Manuel Alberto Valente e a jornalista Isabel Lucas, para eleger os 12 melhores livros portugueses dos últimos 100 anos. Este é o resultado:

A Casa Grande de Romarigães

Aquilino Ribeiro

Sabias que a Casa Grande de Romarigães é real e que aí moraram o ex-Presidente da República Bernardino Machado e o próprio Aquilino Ribeiro (1885-1963)?
O escritor beirão sobre quem Fernando Namora disse ser “aquele jovem que trouxera a província para a cidade” conta nesta obra, publicada pela primeira vez em 1957, a história de Portugal através desta casa parcialmente em ruínas. Aquilino Ribeiro encontrou correspondências entre antigos habitantes da casa, datadas entre 1680 e 1828, e decidiu continuar a história.
No prefácio, o autor diz que as últimas páginas do livro são “da sua lavra”: “Às outras, sacudi o bolor do tempo e reatei o fio de Ariadna, interrompido aqui e além.”
A PRIMEIRA FRASE
“Do pinhão, que um pé-de-vento arrancou ao dormitório da pinha-mãe, e da bolota, que a ave deixou cair no solo, repetido o acto mil vezes gerou-se a floresta.”
SOBRE O AUTOR
“É um inimigo político, mas é um grande escritor!”
António Oliveira Salazar

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A Sibila

Agustina Bessa-Luís

A Sibila consagra Agustina Bessa-Luís (nascida em 1922) como um dos nomes a ter em conta na ficção portuguesa contemporânea após a sua publicação, em 1954.
O sentimento telúrico está presente em quase toda a sua obra e neste livro há uma espécie de chuva torrencial de memórias das personagens, onde o passado legitima o presente e vice-versa.
A autora inaugura uma nova forma de narração que irá caracterizar toda a sua obra e tem três eixos fundamentais: o papel das mulheres, a importância da recordação e um discurso que se repete mas acrescentando sempre novas informações. Há uma complexidade na obra de Agustina que a torna única na literatura portuguesa.
A PRIMEIRA FRASE
“– Há uma data na varanda desta sala – disse Germana – que lembra a época em que a casa se reconstruiu. Um incêndio, por alturas de 1870, reduziu a ruínas toda a estrutura primitiva.”
SOBRE A AUTORA
“Agustina é uma génia. Tudo o que escreveu – que foi muito para quem conta a metro, mas pouco para quem conta em momentos de vida a lê-la – é genial.”
Miguel Esteves Cardoso

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Finisterra

Carlos de Oliveira

Sobre esta obra, Herberto Helder deixou-nos estas palavras: “Proposto como romance, é antes uma alegoria ficcionalmente articulada que pode ser lida na perspetiva de uma espécie de cartografia imaginária do autor, constituindo assim a melhor introdução ou o melhor comentário à sua obra.”
Publicado em 1978, Finisterra tem como pano de fundo a paisagem gandaresa e explora a decadência de uma família, espelhada numa casa em estado de degradação contínuo.
Na obra, Carlos de Oliveira (1921-1981) explora também a interpretação subjetiva do homem no seu contacto com a realidade.
A PRIMEIRA FRASE
“O jardim familiar (primeira fase do abandono): montões informes de silvedo, buxo descabelado, urtigas, flores selvagens.”
SOBRE O AUTOR
“Os grandes escritores não morrem – e Carlos de Oliveira foi um dos mais cintilantes nomes da literatura portuguesa do século XX.”
Inês Pedrosa

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Húmus

Raúl Brandão

Publicado em 1917, no ano da revolução soviética, Húmus tem um toque de socialismo cristão. O livro começa e acaba fazendo referências à morte, sendo que o próprio título nos remete para a “camada superior do solo, composta em especial de matéria orgânica, decomposta ou em decomposição”.
Nesta obra de Raul Brandão (1867-1930) a ficção dilui-se na prosa, numa vila literária criada pelo próprio autor. Um livro que tem tanto de mórbido como de inovador para a época em que foi lançado.
A PRIMEIRA FRASE
“13 de Novembro. Ouço sempre o mesmo ruído de morte que devagar rói e persiste…”
SOBRE O AUTOR
“Raul Brandão tem uma total empatia social mas não é um autor político no sentido estrito da palavra. É um autor que deve muito aos autores russos, àquela espécie de socialismo cristão.”
Pedro Mexia

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Livro do Desassossego

Fernando Pessoa

Sabias que este livro foi publicado em 1982, 47 anos depois da morte de Fernando Pessoa (1988-1935)? Sobre o livro, o próprio autor resume: “São as minhas confissões e, se nelas nada digo, é que nada tenho para dizer.”
Escrito durante mais de 20 anos sob o heterónimo de Bernardo Soares, personagem criada por Pessoa, são mais de 500 textos sem qualquer sequência entre si. E é um livro inacabado.
Os textos passam-nos a inquietação, a angústia, mas também a lucidez e a capacidade de reflexão do autor, demonstrando a complexidade da mente de Pessoa e as inúmeras dúvidas que o próprio tinha acerca da sua personalidade e sobre a vida.
A PRIMEIRA FRASE
“Nasci em um tempo em que a maioria dos jovens haviam perdido a crença em Deus, pela mesma razão que os seus maiores a haviam tido – sem saber porquê.”
SOBRE O AUTOR
“Fernando Pessoa transforma a sua vida e o seu quotidiano, o seu pensamento e a sua viagem intelectual, numa experiência universal que todos partilhamos.”
Clara Ferreira Alves

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Mau Tempo no Canal

Vitorino Nemésio

David Mourão-Ferreira descreve este livro como “a obra romanesca mais complexa, mais variada, mais densa e mais subtil em toda a nossa história literária”.
Mau Tempo no Canal demorou cinco anos a ser escrito por Vitorino Nemésio (1901-1978) e parte da história do casal Margarida Clark Dulmo e João Garcia. Mas Vitorino Nemésio serve-se destes personagens apenas como gancho para nos relatar uma sociedade açoriana estratificada, com todos os problemas que a atingem: angústias, sofrimentos, paixões e o sentimento tão único de ser ilhéu.
AS PRIMEIRAS FRASES
“– Mas não voltas tão cedo… João Garcia garantiu que sim, que voltava. Os olhos de Margarida tinham um lume evasivo, de esperança que serve a sua honra. Eram fundos e azuis, debaixo de arcadas fortes.”
SOBRE O AUTOR
“Nasceu com um talento multiforme que daria, à vontade, para mais dez autores, e todos eles de primeira água.”
David Mourão-Ferreira

A obra de José Saramago (1922-2010) é tão singular que lhe valeu o Prémio Nobel de Literatura – o único que Portugal recebeu até hoje nesta área.
O Ano da Morte de Ricardo Reis é não só peculiar como faz por questionar tudo o que nos rodeia. Quem somos? O que nos acontece quando morremos? Somos únicos ou, como Fernando Pessoa, somos vários?
O livro conta a história do regresso a Portugal, vindo do Brasil, de Ricardo Reis, o heterónimo de Pessoa, quando confrontado com a morte do seu criador. É um livro denso mas vai envolvendo o leitor do início ao fim, fazendo também uma viagem pela história de Portugal.
AS PRIMEIRAS FRASES
“Aqui o mar acaba e a terra principia. Chove sobre a cidade pálida, as águas do rio correm turvas do barro, há cheia nas lezírias.”
SOBRE O AUTOR
“Falava e escrevia com o desassombro e com a clareza que a alguns desagradava, mas que para ele eram uma forma inalienável de respiração intelectual.”
Carlos Reis

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O Delfim

José Cardoso Pires

Nesta obra publicada em 1968, José Cardoso Pires (1925-1988) procura olhar para outros homens e entendê-los, como tão bem explica Gonçalo M. Tavares no prefácio.
Em O Delfim assistimos a uma escrita despojada por parte de um autor que procura transparência. Cardoso Pires descreve o regime salazarista e debruça-se sobre a forma como este afeta as relações entre as pessoas. É este equilíbrio entre a metaforização de um regime e a descrição do seu declínio que torna O Delfim uma obra tão relevante para a literatura portuguesa.
Ao analisá-la, o próprio autor confessa ter-se despistado “numa sucessão de planos dialéticos”. Ainda bem que assim foi, pois este é um dos grandes romances portugueses do século XX.
A PRIMEIRA FRASE
“Cá estou. Precisamente no mesmo quarto onde, faz hoje um ano, me instalei na minha primeira visita à aldeia e onde, com divertimento e curiosidade, fui anotando as minhas conversas com Tomás Manuel da Palma Bravo, o Engenheiro.”
SOBRE O AUTOR
“Trata-se, portanto, de José Cardoso Pires ser Aquele que tira e não Aquele que põe. Tira o que está a mais, o que está exatamente a mais.”
Gonçalo M. Tavares

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Os Cus de Judas

António Lobo Antunes

“A dolorosa aprendizagem da agonia.” É assim que António Lobo Antunes (nascido em 1942) classifica a guerra de Angola. Neste livro, o autor reflete sobre os horrores a que assistiu durante os dois anos em que esteve destacado na ex-colónia portuguesa em formato de testemunho.
É o seu segundo livro, publicado em 1979, e o veículo para uma voz demasiado tempo silenciada, que vem contar a sua versão dos factos, concluindo que aquela guerra não passou de um “gigantesco” e “inacreditável” absurdo.
Os Cus de Judas é um relato doloroso das vivências de Lobo Antunes em Angola, no qual o narrador deixa transparecer feridas ainda bem abertas.
A PRIMEIRA FRASE
“Do que gostava mais no Jardim Zoológico era do rinque de patinagem sob as árvores e do professor preto muito direito a deslizar para trás no cimento em elipses vagarosas sem mover um músculo sequer, rodeado de meninas de saias curtas e botas brancas, que, se falassem, possuíam seguramente vozes tão de gaze como as que nos aeroportos anunciam a partida dos aviões, sílabas de algodão que se dissolvem nos ouvidos à maneira de fios de rebuçado na concha da língua.”
SOBRE O AUTOR
“António Lobo Antunes é um dos que sabe, como o poeta René Char, que certas guerras não acabam nunca.”
Manuel Alegre

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Os Passos
em Volta

Herbert Helder

Publicado em 1963, Os Passos em Volta está entre o conto, o romance e o discurso autobiográfico, num livro que espelha o homem-poeta com um tom refletivo de quem procura respostas.
Sendo um dos pioneiros do surrealismo em Portugal, Herberto Helder (1930-2015) escreve: “Não queremos este inferno. Deem-nos um pequeno paraíso humano.”
Este livro retrata a busca incessante de um homem para o sentido da sua existência e é também uma obra que nos transcende.
AS PRIMEIRAS FRASES
“– Se eu quisesse, enlouquecia. Sei uma quantidade de histórias terríveis. Vi muita coisa, contaram-me casos extraordinários, eu próprio… Enfim, às vezes já não consigo arrumar tudo isso.”
SOBRE O AUTOR
“Quando morre um poeta com a dimensão de Herberto Helder, o que sentimos é que não apenas morreu um poeta, mas a poesia.”
José Tolentino Mendonça

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Para Sempre

Vergílio Ferreira

Este romance semiautobiográfico de Vergílio Ferreira (1916-1996) transpõe para a narrativa, como grande parte da obra do autor, o pensamento filosófico e a sensação de inquietude do indivíduo.
Para Sempre é uma obra onde a morte está presente do início ao fim, mas que surge ao leitor como a única solução para o fim do sofrimento. Nas páginas deste livro acompanhamos a dor do protagonista e partilhamos a sua mágoa, como se fossemos nós a senti-la.
A forma como Vergílio Ferreira explora a língua portuguesa para transmitir emoções é de uma mestria digna de destaque.
AS PRIMEIRAS FRASES
“Para sempre. Aqui estou. É uma tarde de Verão, está quente. Tarde de Agosto. Olha-a em volta, na sufocação do calor, na posse final do meu destino.”
SOBRE O AUTOR
“Ele escreve como falava, com o mesmo sarcasmo, a mesma capacidade de, com duas ou três palavras, fazer o retrato de uma pessoa e esmagá-la.”
Eduardo Lourenço

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Sinais de Fogo

Jorge de Sena

É em paralelo com a Guerra Civil Espanhola que este romance autobiográfico acontece, na década de 1930.
Sinais de Fogo é uma obra inacabada e publicada em 1979, um ano após a morte do autor, que tem como eixo central a paixão de Jorge por Mercedes. É nos episódios que rodeiam esta relação que Jorge de Sena (1919-1978) coloca toda a poesia deste romance, considerado por muitos um marco da literatura portuguesa da segunda metade do século XX.
A PRIMEIRA FRASE
“Ramon Berenguer de Cabanellas y Puigmal já era célebre, quando, por fusão de duas turmas, passou a ser meu colega no 6.° ano dos liceus.”
SOBRE O AUTOR
“Um grande amor pela humanidade como o de Jorge de Sena não tem lugar em homens de corações pequenos.”
Ángel Marcos de Dios
|notícia daqui|

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Hoje é Dia Mundial das Bibliotecas Escolares



        O formulário de participação está disponível aqui.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Tertúlia "Fábrica de Palavras"

    


 O Agrupamento de Escolas de Arouca e a Biblioteca Municipal promovem uma tertúlia que tem como título «Fábrica de Palavras».
A literatura e a indústria unem esforços, em pontos que poderão parecer pouco comuns, numa atividade que pretende estimular a leitura, no âmbito do projeto «Ler todos ++», dinamizado por aquele agrupamento. A tertúlia contará com a presença do ator e apresentador Pedro Lamares, e terá lugar nas instalações da Arouplás, na Zona Industrial das Lameiradas (Mansores), no próximo dia 21 de outubro, a partir das 21:00.
Este evento, integrado no projeto «Ler TODOS++», tem como objetivo central estimular/consolidar os hábitos de leitura da população adulta do concelho, através de atividades motivadoras, dinamizadas pelos alunos do ensino secundário do agrupamento. Desenvolvido, ao longo de dois anos pelo Agrupamento de Escolas de Arouca, em articulação com a Biblioteca Municipal de Arouca, o projeto já envolveu diversos parceiros locais, nomeadamente: Arouplás, Hotel S. Pedro, Restaurante Parlamento, AECA, Chatron, Santa Casa da Misericórdia de Arouca, Centro de Dia de S. Salvador do Burgo, Assembleia Bar, Casa de Pão do Ló, Centro de Saúde e supermercado de Provezende.
Esta tertúlia terá tanto de improvável como de imperdível, e certamente irá surpreender.
|veja notícia aqui|

Escritores.online



Foi lançada recentemente a maior e a mais completa base de dados sobre escritores contemporâneos de língua portuguesa em www.escritores.online

. Informações biográficas sobre o autores
. Fotografias
. Ligações para os seus espaços na Internet (site, blogue e redes sociais)
. Obras publicadas, respetivas sinopses e capas
. Excertos de obras
. Comentários de leitores
. Notícias em permanente atualização
. Entrevistas
. Vídeos 


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Escritores.online



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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza


O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza celebra-se a 17 de outubro.
A data foi comemorada oficialmente pela primeira vez em 1992, com o objetivo de alertar a população para a necessidade de defender um direito básico do ser humano.
Antes, a 17 de outubro de 1987, Joseph Wresinski, o fundador do Movimento Internacional ATD Quarto Mundo, convidou as pessoas a se reunirem em honra das vítimas da fome e da pobreza em Paris, no local onde tinha sido assinada a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ao seu apelo responderam cem mil pessoas.
A erradicação da pobreza e da fome é um dos oito objetivos de desenvolvimento do milénio, definidos no ano de 2000 por 193 países membros das Nações Unidas e por várias organizações internacionais.
Neste dia se dá voz aos pobres e se unem esforços para acabar com a pobreza. O tema de 2016 é "Passando da humilhação e da exclusão para a participação: acabando com a pobreza em todas as suas formas".

Pobreza em Portugal

Em Portugal, o número de pobres e de pessoas que passam fome tem vindo a aumentar, em resultado da crise económica. As instituições de apoio e caridade social têm registado um aumento significativo do número de pedidos de apoio por parte das famílias portuguesas.
Segundo dados revelados pela Rede Europeia Anti-Pobreza, 18% dos portugueses são pobres. De acordo com esta organização, o número europeu que serve de referência para definir a pobreza equivale a um vencimento mínimo mensal de 406 euros.
Portugal surge na 141ª posição do top dos países mais pobres do mundo, com um PIB (PPC) per capita de 23,185 dólares.

Pobreza no mundo

Dados revelados pelas UNESCO indicam que 842 milhões de pessoas continuaram a sofrer de fome crónica entre 2011 e 2013.
A pobreza está a diminuir a uma taxa sem precedentes. Em 1990, 43% da população mundial vivia em pobreza extrema, com menos de 1,25 dólares por dia. Este número reduziu para 21%, mas há ainda muito trabalho pela frente, especialmente no continente africano.

10 países mais pobres do mundo

  1. República Democrática do Congo
  2. Zimbabwe
  3. Burundi
  4. Libéria
  5. Eritreia
  6. República da África Central
  7. Níger
  8. Malawi
  9. Madagáscar
  10. Afeganistão

domingo, 16 de outubro de 2016

Dia Mundial do Pão


Assinala-se o Dia Mundial do Pão a 16 de outubro.
A data foi instituída pela União Internacional de Padeiros e Afins em 2000 para celebrar este alimento essencial. O pão é o alimento mais popular do mundo, estando presente nas várias refeições, assim como é o alimento mais versátil, dando origem a inúmeras receitas.
Seja de manhã ao pequeno almoço, de tarde ao almoço e lanche, ou à noite, ao jantar, o pão é uma peça chave da alimentação diária. Por vezes como entrada, outras como prato principal ou mesmo como sobremesa, o pão é um alimento muito consumido. De custo baixo, o pão é também um dos alimentos que menos mal faz à saúde. Quanto às variedades mais saudáveis de pão encontram-se o pão de espelta, o pão de milho, o pão de alfarroba, e o pão de malte, por exemplo.

História do pão

O primeiro registo do pão fermentado data de, aproximadamente, 4 mil anos a.C., quando os egípcios, realizaram a fermentação de uma massa de trigo. O pão era o alimento do povo. Os egípcios amassavam o pão com os pés, utilizando espécies de trigo de qualidade inferior. O trigo de qualidade superior estava reservado para os ricos.
Foram os romanos que espalharam o consumo do pão pela Europa. Era costume fazer-se uma cruz na massa do pão e rezar para que ele crescesse bastante, o que originou um corte que ainda se vê nos pães de hoje. Até à Idade Média o número de pães era uma medida de pagamento.
Para os cristãos o pão é um alimento sagrado: um símbolo do corpo de Deus, da vida e de partilha.

Como comemorar

Para comemorar o Dia Mundial do Pão pode visitar as melhores padarias da sua zona e provar as suas especialidades de pão. Também pode fazer o seu próprio pão, no forno, na máquina de pão ou na máquina de cozinha. Indispensável é integrar o pão nas refeições do Dia Mundial do Pão.

sábado, 15 de outubro de 2016

Dia Mundial da Lavagem das Mãos


O Dia Mundial da Lavagem das Mãos observa-se a 15 de outubro.
O objetivo do dia é motivar as pessoas a lavar as mãos com sabão, com frequência, para prevenir doenças, sobretudo em crianças. A data surgiu como meio de combater a mortalidade infantil: o pequeno gesto de lavar as mãos com sabão reduz a taxa de mortalidade infantil derivada de diarreias e de infeções respiratórias (elas matam anualmente mais de 3,5 milhões de crianças com menos de 5 anos).
A lavagem das mãos é uma vacina contra as doenças aplicada pela própria pessoa. A correta lavagem das mãos é feita com sabão e engloba as palmas e os dorsos das mãos, os pulsos, entre os dedos e por baixo das unhas, devendo demorar um minuto ou mais. Antes de comer e depois de ir à casa de banho são os principais momentos para se lavar as mãos.
O primeiro Dia Mundial da Lavagem das Mãos teve lugar em 2008, no Ano Internacional do Saneamento. O tema do Dia Mundial da Lavagem das Mãos em 2016 é "Faz da lavagem das mãos um hábito".
Em maio celebra-se também o Dia Mundial da Higiene das Mãos.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Dia Mundial do Ovo


O Dia Mundial do Ovo celebra-se a 14 de outubro em 2016.
É na segunda sexta-feira de outubro que se comemora anualmente o Dia Mundial do Ovo, que foi introduzido pela Comissão Internacional do Ovo em 1996.
Os grandes objetivos deste dia passam por divulgar os benefícios dos ovos para a saúde e aumentar o consumo deste tipo de alimento. Os ovos são ricos em proteínas, vitaminas e minerais, enquanto são pobres em teor calórico. Além de ser uma fonte importante de colina e de nutrientes, o ovo é barato, tornando-se um alimento versátil na cozinha, completando qualquer refeição do dia.
Os atletas comem ovos crus para o treino, mas os ovos são mais consumidos estrelados, mexidos ou cozidos. Eles podem ser ingeridos numa omelete ou em pratos mais doces, como bolos.
Neste dia aproveite para comer um dos alimentos mais completos que existe, da forma que mais lhe convier.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Nobel da Literatura 2016 - Bob Dylan

Bob Dylan, o 133.º vencedor do Prémio Nobel da Literatura



O prémio Nobel da Literatura foi atribuído esta quinta-feira ao músico norte-americano de 75 anos Bob Dylan, pela Academia Sueca, em Estocolmo.



Segundo a secretária permanente Sara Danius, a decisão recaiu sobre o facto de Bob Dylan ser "um poeta maravilhoso", reinventando-se ao longo dos seus 54 anos de carreira, e por ter "criado novas expressões poéticas na tradição da canção americana".

Saber mais aqui e aqui.

Parabéns ao poeta, parabéns ao músico! Parabéns Bob Dylan, pelo nobel da literatura 2016!


Dia Internacional para a Redução de Catástrofes - A Terra Treme


O Dia Internacional para a Redução de Catástrofes observa-se a 13 de outubro.
Originalmente celebrado na segunda quarta-feira de outubro, o Dia Internacional para a Redução de Catástrofes passou a ser celebrado anualmente a 13 de outubro em 2009, por decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas.
A data foi criada em 1989 com o intuito de alertar as nações para a necessidade de adoção de políticas protetivas relativamente aos desastres naturais. Neste dia os países e os cidadãos são convidados a fazerem parte da edificação de uma comunidade mais resiliente a desastres naturais.
Prevenção, mitigação e preparação são os motes do Dia Internacional para a Redução de Catástrofes. “Viver para contar” é o tema do Dia Internacional para a Redução de Catástrofes de 2016, com o objetivo de diminuir a mortalidade em catástrofes naturais e criadas por ação do homem.
Mais de 90% das catástrofes naturais mundiais estão relacionadas com a água: ao seu excesso ou à sua falta. No caso de Portugal, as cheias foram o desastre natural que mais morte provocou no século XX.
E hoje, às 10h 55`todos os cidadãos são desafiados a participar num exercício de preparação para o risco sísmico, promovido pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, em conjunto  com diversas entidades públicas e privadas.
A iniciativa A TERRA TREME é um exercício de um minuto, que ajudará toda a população a conhecer e a praticar os 3 gestos que podem salvar vidas em caso de sismo.

BAIXAR, PROTEGER, AGUARDAR






sábado, 8 de outubro de 2016

Dia Mundial do Polvo


O Dia Mundial do Polvo tem lugar no calendário a 8 de outubro.
O dia 8 alude aos 8 tentáculos do polvo. Como animal único que é, reservou-se um dia no calendário anual só para ele.
Neste dia pode visitar um oceanário ou ensinar as crianças sobre este animal, com atividades como desenhar e pintar polvos.

Dados sobre o polvo

Com mais de 300 milhões de anos, os polvos são das espécies mais antigas, precedendo os dinossauros. São constituídos por 90% de músculos e como não possuem ossos eles podem caber em espaços do tamanho de uma moeda. Eles podem ainda mudar de cor e de textura de pele rapidamente.
Um polvo tem cerca de 500 milhões de neurónios no cérebro e nos tentáculos, tem três corações e sangue azul, existindo 300 espécies de polvos reconhecidas. Todas as espécies são venenosas, mas apenas uma é perigosa ao homem: o polvo de anéis azuis, responsável por duas mortes.
Uma fêmea pode colocar 100 mil ovos e ter 280 ventosas em cada tentáculo.
Cerca de 50 mil toneladas de polvos são pescadas todos os anos, não sabendo os cientistas quantos polvos existem ainda nos oceanos.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Dia Mundial do Professor



O Dia Mundial do Professor celebra-se anualmente no dia 5 de outubro.
O Dia Mundial do Professor homenageia todos os que contribuem para o ensino e para a educação da sociedade.
Este dia promove todos aqueles que escolheram o ensino como forma de vida e que dedicam o seu dia-a-dia a ensinar, crianças, jovens e adultos. A mensagem do Dia Mundial do Professor está na dignidade e na importância do professor na sociedade, como construtor de pessoas. Este dia do professor, um profissional que é na prática um pilar da sociedade, é um pouco ofuscado em Portugal pela comemoração da Implantação da República, na mesma data.

Origem da data

A data foi criada pela UNESCO em 1994 com o objetivo de chamar atenção para o papel fundamental que os professores têm na sociedade e na instrução da população. No Brasil este dia celebra-se dez dias mais tarde, a 15 de outubro.
Hoje em dia continua a registar-se a falta de professores em vários países, especialmente nos países africanos. Em Portugal a colocação de professores costuma pecar por tardia e por confusa, mesmo em cima do início das aulas.

Parabéns,
vocês ajudam a transformar 
o mundo todos os dias!