sábado, 31 de outubro de 2015

Bruxas, caveiras e gatos pretos…

por Sofia Pereira/Fábulas
Bruxas, caveiras, gatos pretos, fantasmas, abóboras, cemitério, monstros, feitiçarias, velas e morcegos. São alguns dos símbolos do Halloween ou Dia das Bruxas – como é conhecida entre nós – uma tradição marcadamente americana. A sua origem remonta ao povo celta, que acreditava que, no dia 31 de outubro, os espíritos dos mortos voltavam aos seus lares para visitar os familiares e guiá-los ao mundo do além.
Pese embora o facto de não existir uma tradição tão forte no nosso país, certo é que esta festividade acaba por contagiar as crianças e os jovens que, entusiasticamente, se deixam envolver por este mundo misterioso, sombrio e até assustador. Tudo, do terror à diversão, leva a uma enorme curiosidade de conhecer e entrar no espírito tenebroso do Halloween.
Para ajudar a celebrar esta época, deixamos aqui a sugestão de alguns livros para que todos os leitores, dos mais pequeninos aos mais crescidos, possam viver esta festa, num verdadeiro ambiente fantasmagórico:
Desculpa… Por acaso és uma bruxa?, de Emily Horn, ilustração de Pawel Pawlak, Dinalivro
«Título Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura 2007 (Jardim de Infância / Ler Voz Alta Sala Aula). O Leonardo é um gato preto, muito solitário, que passa o tempo todo na biblioteca. Certo dia, ao ler A Enciclopédia das Bruxas, descobre que elas adoram gatos pretos. Mas como poderá o Leonardo encontrar uma bruxa, se nunca na sua vida viu nenhuma? E todas as vezes que pergunta: «Desculpa… Por acaso és uma bruxa?», engana-se sempre! Por fim, o gato Leonardo desiste e regressa à biblioteca… sem desconfiar de que há uma grande surpresa à sua espera! Crianças a partir dos 5 anos.»
O Grande Livro das Bruxas & Feiticeiros, de José Viale Moutinho e Fedra Santos, Afrontamento
«Ora aqui está, rapaziada,
Um livro de meter medo.
São bruxos e feiticeiras,
Bailando sem orquestra, à luz das suas fogueiras!
Um de nós conta as histórias.
Todas elas de estarrecer!
O outro faz os desenhos. Para melhor se poder ver!
O primeiro é grandote, lá isso é,e chama-se Zé!
A segunda anda a ver se medra,come pastéis de nata e chama-se Fedra!»
Bruxas à Meia-Noite, de Roberto Pavanello, Planeta Editora
«Parece mentira mas é verdade: Bat Pat é um morcego que tem medo do escuro. É o morcego mais medricas que vocês já conheceram e «fala pelos cotovelos» mas é impossível não gostar dele. Na verdade, é muito divertido e mete-se em cada aventura que… só lido! O Tesouro do Cemitério e Bruxas à Meia-Noite são as duas primeiras histórias publicadas em Portugal. Pois é, o Bat Pat é escritor e a sua especialidade são os livros de terror, aqueles que falam de bruxas, fantasmas, cemitérios e coisas verdadeiramente assustadoras. Os seus amigos são a Rebecca, o Martin e o Leo. A Rebecca adora aranhas, ratos e sapos, o Martin é o intelectual do grupo e o Leo, tão ou mais medricas do que o Bat Pat, não perde uma oportunidade que seja para dizer: «e se petiscássemos qualquer coisa?». É com eles que Bat Pat vai investigar o mistério da estranha sombra (será um fantasma?) que anda a rondar os túmulos do cemitério e o curioso caso das casas invadidas… pela chaminé! A história do livro Bruxas à Meia-Noite é igualmente medonha. O dia estava a raiar e Bat Pat tinha acabado de cair no sono. De repente, um grito de arrepiar acordou o morcego. Era uma velhinha estranha a vender maçãs. Hummm, pensou ele, enquanto se lembrava da bruxa má da história da Branca de Neve, esta velhinha é estranha. E era mesmo. A pérfida bruxa Amanita andava à procura de um aprendiz e levara Rebecca para o seu antro… E agora? Uma coisa é certa, Bat Pat só tem medo do escuro, de mais nada…»
Grimpow – A Última das Bruxas, de Rafael Ábalos, Asa
«O destino cumpriu-se e Grimpow tem nas suas mãos a Pedra Filosofal. Segundo os alquimistas, esse é possivelmente o objecto mais poderoso do mundo, capaz de conceder a imortalidade e de transformar qualquer metal em ouro. Mas ainda há mais para descobrir… Por isso, Grimpow viaja até Paris, decidido a desvendar esse segredo milenar. Entretanto, o rei de França, temeroso da morte, deseja mais do que nunca apoderar-se da lendária Pedra. E só uma pessoa, em toda Paris, pode conseguir tal façanha: chama-se Agnes e desde há um ano que luta pela sobrevivência nas masmorras da Torre do Templo, acusada de bruxaria. Embora ela ainda não o saiba, os seus poderes permitem-lhe pactuar com o próprio Diabo…»
Bruxa Endiabrada, de Kim Harrison, Chá das Cinco
«Em Hollows os vampiros são apenas o início… Apesar de namorar com um vampiro e viver com outro, Rachel Morgan conseguiu sempre manter-se um passo à frente dos problemas… até agora. Um tenebroso assassino em série fez das ruas de Cincinnati o seu terreno de caça e ninguém está a salvo, seja humano, Inderlander ou morto-vivo. Talvez a única maneira de parar esse assassino seja uma misteriosa relíquia que se encontra nas mãos de Rachel Morgan, destemida caçadora de recompensas e bruxa temerária. Mas revelar tal artefacto poderá dar início a uma batalha apocalíptica entre as diversas raças sobrenaturais de Hollows. A decisão pode salvar vidas… ou matar muitas mais! Mais uma vez, Rachel não pode falhar pois o preço a pagar é alto de mais.»
A Festa das Bruxas, de Agatha Christie, Asa
«A famosa escritora de policiais Ariadne Oliver prepara-se para celebrar a Noite das Bruxas em casa de uma amiga. Outra das convidadas é Joyce, uma jovem fã de livros policiais, que confessa ter já assistido a um assassinato. Mas a sua fama de contadora de histórias mirabolantes faz com que ninguém lhe preste atenção. Ou talvez não seja bem assim. Quando Joyce é encontrada morta nessa mesma noite, Mrs. Oliver questiona se esta última história seria mesmo fruto da sua imaginação. Quem de entre os convidados quereria silenciá-la? Mrs. Oliver não conhece ninguém melhor do que o seu amigo Hercule Poirot para responder a esta questão. Mas nem mesmo para o grande detective será fácil desmascarar o assassino.»

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Reinventar o postal escrito à mão, sem ter de escrevê-lo

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"Com certeza já pensou em enviar uma carta ou um postal a alguém, mas também já pensou que toma muito do seu tempo. Comprar um bonito postal, escrevê-lo, mas sem dar erros, e ir até aos correios. Hoje para fazer o mesmo, basta-lhe o tempo de escrever uma SMS. O processo é simples: escolha o postal, digite a mensagem (poderá ter emojis), selecione alguns detalhes (data de entrega e papel com ou sem brilho), a morada do destino, et voilà, Punkpost faz o resto.
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Poderá ser uma boa opção para o Natal (não se irrite por já ouvir falar em Natal, é verdade que ainda estamos em Outubro, mas também já vimos esta semana pai-natais de chocolate à venda nos supermercados), para dar os parabéns a alguém, ou até para agradecer o último jantar.

Na Punkpost tem uma panóplia de obras à escolha, nomeadamente de Jess Levtz (destaque na Vanity Fair) e de Bridget M. Sidden, e quanto à escrita real, é mesmo manuscrita por pessoas especializadas em caligrafia (legível) que escrevem em várias línguas, inclusive o Chinês e o Português.
Tem um custo de 6 dólares + 1 dólar (taxa para envios internacionais), mas o primeiro é grátis e alguns postais vêm acompanhados de confettis. O envio para Portugal demora entre seis a 10 dias.
Se se sentiu nostálgico vá até punkpost.co e descarregue a app para iPhone. A versão Android chegará no primeiro semestre do próximo ano."

joaocosta@yap.pt/revista Sábado nº 598/15 a 21 de outubro de 2015

terça-feira, 27 de outubro de 2015

3.ª edição do projeto Liberdade de Expressão e Redes Sociais

Materiais de Apoio


A SIC Esperança, em parceria com a Porto Editora e a Rede de Bibliotecas Escolares, apresenta a 3.ª edição do projeto Liberdade de Expressão e Redes Sociais.

Este projeto consiste na criação de um concurso nacional, para estudantes com idade igual a superior a 13 anos e que frequentem o 3.º ciclo e o ensino secundário, e tem como objetivo suscitar a reflexão e o debate sobre a temática da liberdade de expressão e das redes sociais.

Para esta 3.ª edição, os alunos são desafiados a trabalhar sobre o tema do cyberbullying e, para participar, deverão criar conteúdos originais recorrendo a textos, vídeos, podcasts, fotografias, desenhos ou animações, e enviar os seus trabalhos até ao dia 18 de dezembro. 

Consulte aqui o regulamento e participe.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Dia da Biblioteca Escolar 2015

A biblioteca escolar é super!

Outubro,  Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE). e, com ele, mais uma oportunidade para a biblioteca demonstrar amplamente a importância que tem na vida das crianças e jovens, pelo trabalho que desenvolvem nas áreas da leitura e das literacias, no acesso à cultura e no desenvolvimento da cidadania.
O tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para 2015 é: A biblioteca escolar é super! (tradução adotada pela Rede de Bibliotecas Escolares).
O Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares estabelece 26 de outubro como Dia da Biblioteca Escolar em Portugal, para 2015.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

O regresso de Astérix, o que não ficou fora de moda



Jean-Yves Ferri e Didier Conrad contam em entrevista tudo sobre o novo Astérix
Quatro milhões de exemplares é a tiragem do novo álbum de banda desenhada que chega hoje às livrarias.

A nova aventura criada por Goscinny e Uderzo em 1959 intitula-se 'O Papiro de Astérix' e tem personagens tão antigas como Obélix e novas como a inspirada em Julian Assange, o Gerapolémix. Mas há mais, o druida Panoramix vai surpreender e a mulher do chefe, Bonemine, pega as rédeas do poder. Diga-se que a partir desta manhã, poderá saber tudo o que os sucessores, Jean-Yves Ferri e Didier Conrad, inventaram para as novíssimas 48 pranchas.
Em entrevista, os novos autores, que nasceram no mesmo ano que Astérix, 1959, revelam qual o álbum favorito. Diddier: "O que mais gosto é Astérix e Cleópatra e o que menos gosto é A Grande Travessia." Jean-Yves Ferri: "Gosto muito de Astérix e o Legionário e pouco do Obélix e Companhia." Dão a explicação para estes gauleses se manterem populares ao fim de tantos anos: "Goscinny e Uderzo criaram um pequeno mundo intemporal que sobreviveu até à nossa época sem envelhecer. O desenho não perdeu atualidade e é curioso ver que as continuações que mais vendem são as de Astérix e a seguir a de Blake e Mortimer, em número muito superior a todos os outros trabalhos, Ou seja, Astérix não ficou fora de moda. Não é o mesmo com Tintim, que está desatualizado porque era mais realista e circunscrito a uma época precisa, a dos anos 40 a 60."

Tal como Astérix, Ferri e Conrad não fugiram às perguntas, até disputam as respostas como verdadeiros sucessores de Goscinny e Uderzo. No final, disseram que gostariam de emigrar para Portugal, tema que levou a questionar porque não há uma aventura de Astérix no nosso país. O argumentista Ferri tomou nota e o desenhador Conrad fez questão de saber da nossa convivência com os romanos, irritados por não nos deixarmos governar nem nos sabermos governar.
Leia a entrevista completa na edição em papel ou no e-paper do DN

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Bruno Vieira Amaral é o vencedor do Prémio Saramago 2015


"Bruno Vieira Amaral é o vencedor do Prémio Saramago 2015, premiado pela obra As Primeiras Coisas.

A obra, já distinguida com os prémios Fernando Namora/Estoril Sol e P.E.N./Narrativa, marca a estreia literária do autor.
Para Manuel Frias Martins, um dos membros do júri, este é um "livro cujo perfil documental e/ou sociológico se casa bem com a malícia contida nos comentários por que o narrador se torna observador de figuras muito especiais e de circunstâncias muito particulares de um bairro Amélia sem existência física, mas ficcionado como se existisse, de facto, graças a um forte apelo referencial à experiência social do leitor contemporâneo".
Ana Paula Tavares, que também fez parte do júri, destacou por seu turno, a "sereníssima beleza da prosa, o conseguimento do conteúdo, [e] a maturidade estética".
"Trabalho muito original assente sobre uma geografia de camadas sobrepostas que constituem o chão do 'bairro Amélia' que tão bem suporta as personagens e a memória que as sustenta. A construção do texto deixa escapar uma erudição que afasta o gratuito e a citação fácil", atesta a poetisa na sua declaração.
O galardão, na nona edição, distingue autores com menos de 35 anos, com obra editada em Língua Portuguesa, no último biénio, e tem o valor pecuniário de 25.000 euros, segundo comunicado da Fundação Círculo de Leitores, que o instituiu em 1999.
O júri é presidido pela editora Guilhermina Gomes, sendo ainda constituído pela poetisa Ana Paula Tavares, os escritores Nelida Piñon e António Mega Ferreira e a presidente da Fundação José Saramago, Pilar del Río.
Por designação de Guilhermina Gomes, fazem parte do júri Manuel Frias Martins, Nazaré Gomes dos Santos e Paula Cristina Costa, a quem cabe "verificar a regularidade da candidatura", realizar uma primeira leitura e um resumo do livro e "emitir um parecer sobre a obra", segundo o regulamento.
O Prémio "celebra a nova literatura em língua portuguesa, distinguindo jovens escritores por uma obra de ficção, romance ou novela, publicada em qualquer país da lusofonia", segundo a mesma fonte.
Paulo José Miranda, com "Natureza morta", foi o primeiro vencedor do Prémio José Saramago, em 1999, tendo sido também premiados José Luís Peixoto, Adriana Lisboa, Gonçalo M. Tavares, Valter Hugo Mãe, João Tordo, Andréa del Fuego e Ondjaki, em 2013, com "Os transparentes"." |notícia do Diário de Notícias|

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Novo Desafio ALEA: Acesso ao Ensino Superior




Desafios do ALEA
         Desafio nº 43 - Acesso ao ensino superior 






Os problemas deste desafio baseiam-se numa notícia publicada no Jornal Público de 24 de setembro de 2015.
Esta notícia apresenta informação sobre os resultados da 2.ª fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior 2015.

Os alunos podem responder até ao dia 2 de dezembro de 2015.

Todos os alunos que responderem corretamente ficam habilitados a um prémio.

http://www.alea.pt/html/desafios/html/desafios.html

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Uma escola nova na Bélgica, de A. FARIA DE VASCONCELLOS


Passado um século, está disponível (pdf) em português “Uma escola nova na Bélgica” (http://purl.pt/26930) de Faria de Vasconcelos, um livro até agora apenas lido em francês, inglês e espanhol. A obra deste português esquecido, que foi considerado «pioneiro da educação do futuro», pode ajudar-nos a refletir sobre a educação no nosso tempo.

Ler a cópia pública em:


Título: Uma escola nova na Bélgica 
Autor: A. Faria de Vasconcellos [a] 
Prefácio: Adolphe Ferrière [b] 
Posfácio e Notas: Carlos Meireles-Coelho [c] 
Título original: Une école nouvelle en Belgique 
Tradução: Carlos Meireles-Coelho, Ana Cotovio [d] e Lúcia Ferreira [e] 
Impressão: ARTIPOL – Artes Tipográficas, Lda. 
Edição: UA Editora, Universidade de Aveiro (Portugal) 
1.ª edição comemorativa do centenário em 2015 
Tiragem: 300 exemplares, julho de 2015 
ISBN: 978-972-789-454-3 

Professor e autarca. António Tavares é o novo Prémio Leya

António Tavares tem 55 anos e nasceu em Angola. O primeiro romance ficou entre os cinco finalistas do Prémio Leya em 2013 e foi editado há um ano
António Tavares tem 55 anos e nasceu em Angola. O primeiro romance ficou entre os cinco finalistas do Prémio Leya em 2013 e foi editado há um anoFotografia © DR/Mauro Correia
O Coro dos Defuntos deu ao vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz o Prémio Leya de 2015
Um padre expulso do seminário, uma professora, um regedor, uma velha prostituta que vai de Lisboa e outras personagens fazem O Coro de Defuntos, história de uma aldeia beirã, uma dessas aldeias "medievais", como lhes chamou Aquilino Ribeiro, que António Tavares retrata no livro que lhe valeu o Prémio Leya, anunciado ontem.
"Há uma narradora que me foi contando estas histórias, que depois me lembrei de ficcionar, revela ao telefone com o DN António Tavares, 55 anos, professor e vice-presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, sem intenção de largar a sua vida para ser escritor.
Essas aldeias, "onde pouca informação chegava, onde não havia televisão, não havia jornais e havia uma forte ligação à terra", na descrição do autor, estão no centro da história, do dia em 1968 em que Salazar cai da cadeira até ao dia da revolução em 1974. "Há ironia e ternura nesse lado terrunho", acrescenta. É a eles que faz referência o título O Coro dos Defuntos. "Eles haviam de ser defuntos, haviam de ser varridos com o 25 de Abril." E varreu? "Acho que varreu. Há jornais, há saneamento..." Diz que achou que seria "um período interessante para explorar". Um período muito longe das suas memórias.
António Tavares nasceu em Angola, em 1960, e veio para Portugal em 1975. É, aliás, em África que se passa o primeiro livro, As Palavras Que Me Deverão Guiar Um Dia, finalista do Prémio Leya em 2013 e editado no final de 2014, a mesma altura em que pôs mãos à obra para escrever a obra vencedora de 2015.
O primeiro romance "foi escolhido para ir ao festival de primeiras obras de Chambery. Fiquei muito feliz por ser uma escolha dos leitores", afirma. Ao mesmo tempo admite que "estava à espera de que tivesse tido uma aceitação mais generalizada, mas isso, como todos os escritores, acho eu". Acabaria por estar também entre os finalistas do Prémio Fernando Namora. "Com a minha querida Lídia Jorge e o João Tordo. Foi uma derrota saborosa", diz-nos.
por Lina Santos/Diário de Notícias

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Svetlana Alexievich é a nova Nobel da Literatura

Svetlana Alexievich é a nova Nobel da Literatura

Svetlana Alexievich nasceu em 1948 na cidade ucraniana de Ivano-Frankovsk, filha de funcionários públicos. O pai era bielorrusso e a mãe ucraniana. É a 14.ª mulher a receber este Nobel.

A Academia Sueca atribuiu o Nobel da Literatura deste ano a Svetlana Alexievich. A bielorrussa era o nome mais previsível para receber o Nobel da Literatura de 2015, já que há duas edições recolhia muitas das preferências de críticos de todo o mundo e não arredava da 'short-list' da Academia.
De fora ficaram o eterno Haruki Murakami, Philip Roth, Joyce Carol Oates e Ngugi Wa Thiong'o, bem como António Lobo Antunes, outros dos mais bem posicionados escritores. Svetlana Alexievichn é a 14.ª mulher a recebê-lo entre os 112 escritores que fazem parte da lista do Nobel da Literatura - a última tinha sido Alice Munro, em 2013.
A justificação para a atribuição do Nobel da Literatura à escritora bielorrussa foi referida pela secretária permanente da Academia, Sara Danius, assim: "Pela sua escrita polifónica, um monumento ao sofrimento e coragem no tempo que vivemos". Danius revelou que teve alguma dificuldade em fazer-se entender pela autora [só fala russo], mas que após se perceberem a reação foi de uma única e entusiasmada declaração: "Fantástico".
O anúncio do vencedor surpreendeu quem considera que o Nobel da Literatura é atribuído a escritores que se destacam no género do romance, novela ou poesia, pois Svetlana não se encaixa em nenhum destes. A secretária permanente respondeu a esta questão assim: "O seu trabalho é um novo género". Para suportar esta afirmação, informou que o seu livro sobre as mulheres na guerra vendeu dois milhões de exemplares na Rússia.
por João Céu e Silva/ Jornal de Notícias

Ler mais aqui.

A Escola e o desempenho dos alunos

O desempenho dos alunos é uma preocupação de qualquer sistema educativo, para todos os interessados: alunos, professores, pais, escolas e, em última instância, para todo o país. Que notas têm os alunos? Chumba-se muito? Como se compara Portugal com outros países? E qual o papel da escola no desempenho dos alunos?

Estes são alguns dos temas abordados neste livro (em pdf. Pode descarregar) que conta com as contribuições de vários investigadores portugueses que se têm debruçado sobre a Educação em Portugal: Maria Eugénia Ferrão (Universidade da Beira Interior), Luís Catela Nunes (Nova School of Business and Economics), Miguel Portela (Universidade do Minho), Ana Balcão Reis (Nova School of Business and Economics), Hugo Reis (Banco de Portugal) e Maria do Carmo Seabra (Nova School of Business and Economics).

Título: A escola e o desempenho dos alunos 
Prefácio: Luís Catela Nunes 
Autores: Vários autores 
Revisão: Isabel Branco Design e paginação: Guidesign 
Colecção: Questões-Chave da Educação 
1.ª edição: Outubro de 2015 
© Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2015


terça-feira, 6 de outubro de 2015

Votação «Os Melhores Romances Escritos em Língua Portuguesa»


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O Projeto Adamastor lançou uma votação para apurar «Os Melhores Romances Escritos em Língua Portuguesa». As regras de participação são simples:
  • Podem ser indicados quaisquer romances originalmente escritos em português.
  • Não serão considerados títulos de menor extensão, como contos ou novelas, assim como os casos cuja classificação é mais problemática, de que é exemplo O Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa.
  • Não existe qualquer restrição no que diz respeito ao número de obras por autor, isto é, podem ser indicados múltiplos romances escritos pelo mesmo autor.
Para participar basta preencher este formulário, indicando dez romances de autores lusófonos, por ordem de preferência, ordem essa que funcionará como principal ponderador no apuramento dos resultados finais.
A votação decorrerá até ao final do presente ano e os respectivos resultados serão anunciados em Janeiro de 2016.
|notícia daqui|

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Prémio “Linka-te aos Outros”

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AMI lança 4ª edição do “Linka-te aos Outros” 

A AMI desafia os estudantes do ensino básico e secundário de todo o país a participarem na 4ª edição do “Linka-te aos Outros”. Trata-se de um projeto de intervenção social no qual os jovens são os protagonistas. A ideia é apoiar soluções solidárias apresentadas e implementadas pelos estudantes, transformando-os em agentes ativos de mudança social junto das comunidades locais.

Lê o regulamento em www.ami.org.pt, informa-te junto da biblioteca ou através do email: linkateaosoutros@ami.org.pt.

Já pensaste que podes fazer a diferença na vida de alguém próximo de ti?

Exerce a tua cidadania!
Não deixes passar esta oportunidade.
A AMI valoriza o teu empenho!

História em 77 palavras


Este espaço é de todos aqueles que aceitarem o desafio de escrever uma história em 77 palavras. 

Junte-se a nós!
Todos os desafio estão ativos - brinque a sério com as palavras... as 77, claro!

O CriAtividade está de volta!

CriAtividade
CriAtividade® by Future Problem Solving é a versão portuguesa do Programa Internacional Future Problem Solving Program, implementado há mais de 40 anos nos Estados Unidos da América e disseminado em 18 países e 5 continentes (Austrália, África do Sul, Coreia, Guatemala, Hong-Kong, Índia, Irlanda, Israel, Japão, Malásia, Nova Zelândia, Portugal, Reino Unido, Singapura, Suíça, Tailândia, Turquia). 
É desenvolvido em Portugal desde 2005 tendo já envolvido mais de 4500 pessoas.  
É um programa com o objetivo de incentivar competências relacionadas com:
Criatividade (gerar muitas ideias, diversificadas e originais)
Pensamento Crítico (analisar, selecionar, avaliar informação e tomar decisões)
Pensamento Futurista (estratégia e responsabilidade face ao futuro pessoal e coletivo).
O seu valor formativo faz com  que seja um dos poucos programas reconhecidos pela Unesco.
É particularmente relevante no contexto atual porque desenvolve as variadas “competências relevantes para o mercado de trabalho europeu” como definidas pela Comissão Europeiaentre elas: saber negociar, gerar novas ideias e trabalhar em equipa, promover a inovação, pensamento criativo e empreendedor, pensamento crítico, resolução de problemas.
Há várias formas de se envolver neste Desafio Mundial! Descubra como e Junte-se a nós!.

CriAtividade = Criar + Atividade

Para saber como pensar e não o que pensar!