quinta-feira, 30 de abril de 2015

Bibliotrónica Portuguesa


«A internet em português ganhou recentemente mais um sítio onde é possível encontrar centenas de ebooks de acesso livre e gratuito. Trata-se da Bibliotrónica Portuguesa, um site que dá acesso gratuito ebooks em português europeu». Para descobrir, aqui

|notícia daqui|

Entrega de Prémios – Dia Mundial do Livro



No dia 23 de abril, as Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Arouca comemoraram o Dia Mundial do Livro com uma cerimónia de entrega de prémios aos finalistas do Concurso de Leitura (CL), às Super TURMAS e aos Super Leitores. Também foi premiada a aluna Ana Miguel Carvalho, do 8ºA, da ESA que obteve o 3º lugar, a nível distrital, no Concurso Nacional de Leitura (CNL).




A plateia esteve repleta, no auditório pequeno da ESA, com quatro turmas presentes, dos vários ciclos de ensino, alunos de diversas Escolas Básicas, Docentes, Direção do Agrupamento, Pais/Encarregados de Educação, Representantes de Editoras, Bibliotecária Municipal, bem como Presidentes/representantes de Juntas de Freguesia.


Concurso de Leitura_Alunos Vencedores e SUPER_Leitores

Posição
Turma
Finalistas
1º ciclo 5º lugar
3º B   ROS
Dinis Ferreira Rocha
2º ciclo 4º lugar
5º B
Nuno Pinho Fernandes
1º ciclo 4º lugar
4º A    BOV
Leandro Gonçalves Fernandes
2º ciclo 3º lugar
5º C
Rita Santos Machado
6º C
Samuel Duarte
1º ciclo 3º lugar
3º/4º  PTE
Margarida Coelho Soares
2º ciclo 2º lugar
6º C
Inês Almeida
1º ciclo 2º lugar
4º B ARC
Filipe Brito Teixeira
2º ciclo 1º lugar
6º G
Pedro de Oliveira Garrido
1º ciclo 1º lugar
3º B   ARC
Matilde da Costa Moreira

1º ciclo – 2º lugar
EUNICE ALMEIDA CORREIA (3ºB)
1º ciclo -  1º lugar
CAROLINA MARTINS ROSÁRIO (4º B)
2º ciclo – 2º lugar
CRISTIANA FIDALGO COSTA (6º F)
2º ciclo -  1º lugar
MARISOL SOFIA RODRIGUES (6º D)
3º ciclo
João Gabriel Duarte Barbosa (7ºA)
Secundário
Joana Patrícia Tavares de Paiva (11ºB)
A.O ESA
Carla Maria Sousa Rodrigues
Docente ESA
Helena Rodrigues (grupo 100)


Concurso de Leitura_SUPERturmas:


Turma
Professora
1º ciclo
26 alunos (100%)
4º B - Arouca
Margarida Miguel
2º ciclo
19 alunos (70%)
6ºC
Maria Goreti








A promoção da leitura junto dos alunos do Ensino Básico e Secundário tem sido, ano após ano, uma prioridade para os Departamentos do 1ºCiclo, de Línguas (ESA e EBA) e para as BEs do Agrupamento de Escolas de Arouca, tendo em vista a melhoria da qualidade das aprendizagens dos alunos e a sua formação integral, enquanto cidadãos (in)formados e críticos.

Nesta perspetiva, todos os anos e este ano, pela nona vez consecutiva, foi dinamizado, na ESA, o Concurso Nacional de Leitura em articulação com o Plano Nacional de Leitura (PNL) e na Escola Básica de Arouca e 1º Ciclo, pela 3ª vez consecutiva, o Concurso de Leitura, articulado com o PNL e Metas Curriculares. O objetivo destes concursos é aumentar o número de leitores e consolidar os hábitos de leitura, promovendo a leitura autónoma e privilegiando o prazer de ler.

O concurso (CNL/CL) também avaliou a competência literária dos estudantes do 1º Ciclo, nomeadamente dos 3º e 4º anos, dos 2º e 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário. Este concurso (CNL/CL) tem tido, desde a primeira edição, uma adesão assinalável no agrupamento (este ano, ESA – 515 inscritos e EBA/1ºciclo - 350) e excelentes resultados nas finais distritais e nacionais, onde os nossos alunos têm sido sucessivamente distinguidos (CNL). Esta atividade - C(N)L - tem sido explorada no sentido de mobilizar o maior número possível de alunos, para o que muito tem contribuído a implementação do prémio “SUPERturma”, atribuído à(s) turma(s) com maior número de alunos participantes e com melhor desempenho (resultados apurados conforme regulamento).

Esta tem sido também uma iniciativa integradora, na medida em que nela têm participado alunos de diferentes percursos formativos (ensino regular/profissional/vocacional) sendo de realçar a atribuição de prémios especiais patrocinados por empresas locais, exclusivamente para os alunos dos percursos profissionalizados. Com efeito, o reconhecimento do mérito dos alunos participantes foi uma prioridade deste projeto. Para isso, a organização contou com o apoio de alguns parceiros tais como: direção do Agrupamento, editoras, empresas locais, juntas de freguesia, Câmara Municipal e biblioteca municipal na atribuição de prémios. Estes parceiros juntaram-se à escola para reforçar a importância desta iniciativa e a pertinência dos objetivos que persegue.

Bem-haja a todos!

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Modo de Ler lança Prémio Vasco Graça Moura


«O nome do escritor portuense Vasco Graça Moura, desaparecido fez esta semana um ano, vai apadrinhar um novo prémio literário expressamente dedicado à poesia.
É uma iniciativa da editora Modo de Ler, de José da Cruz Santos, que vai contar com os apoios dos bancos BPI e BCP, da Fundação Gulbenkian e das Edições Afrontamento. E propõe-se “promover novos autores de poesia e estimular a criação poética”, diz o comunicado de lançamento.» Para ler no Público.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Blimunda #35 em linha


A edição n.º 35 da revista Blimunda marca os três anos da revista. Este mês é de homenagem a Eduardo Galeano, Herberto Helder, Günter Grass e Manoel de Oliveira. 
Há também entrevistas ao autor chinês Murong Xuecun e ao músico Carlos Martins.
O centenário da Orpheu, a visão de Sebastião Salgado e o tributo a José Saramago por Ondjaki e Adriana Lisboa completam a revista, para ler aqui.

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Dia Mundial do Livro


O dia 23 de Abril é celebrado em todo o Mundo com a intenção de promover a leitura, os livros e o direito de autor.
A data foi proclamada em 1996 pela UNESCO, que disponibiliza no seu sítio na Internet informação sobre os eventos ao longo dos últimos anos e uma mensagem da diretora-geral, Irina Bukova (tradução e publicação pela BAD). A luta contra o analfabetismo junto dos jovens e dos grupos sociais mais desfavorecidos, numa perspectiva inclusiva e por meio das tecnologias da informação, é um dos principais vetores da sua mensagem. Aos livros, diz Irina Bokova, cabe a missão de “inspirar a compreensão, o diálogo e a tolerância”.
Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor é uma oportunidade para reconhecer o poder dos livros na mudança das nossas vidas para melhor e para apoiar os livros e aqueles que os produzem.
Como símbolos globais de progresso social, os livros – aprendizagem e leitura – tornaram-se alvos para aqueles que denigrem a cultura e a educação, que rejeitam o diálogo e a tolerância. Nos últimos meses, temos visto ataques contra crianças nas escolas e a queima pública de livros. Neste contexto, o nosso dever é claro – devemos redobrar os esforços para promover o livro, a caneta, o computador, juntamente com todas as formas de leitura e de escrita, de modo a combater o analfabetismo e a pobreza, a construir sociedades sustentáveis, e a fortalecer as bases da paz.
A UNESCO tem liderado a luta contra o analfabetismo, a ser incluída como elemento fundamental nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de 2015. A alfabetização é a porta para o conhecimento, essencial para a auto-estima e o empoderamento individuais. Os livros, em todas as formas, desempenham um papel essencial neste aspecto. Com 175 milhões de adolescentes no mundo – a maioria meninas e mulheres jovens – incapazes de ler uma única frase, a UNESCO está empenhada no domínio das tecnologias de informação e comunicação, em especial as tecnologias móveis, de forma a apoiar a alfabetização e a alcançar os excluídos com aprendizagem de qualidade.
Os livros são plataformas de valor incalculável para a liberdade de expressão e o livre fluxo de informação – estes são essenciais para todas as sociedades actuais. O futuro do livro como objeto cultural é inseparável do papel da cultura na promoção de vias mais inclusivas e sustentáveis ​​para o desenvolvimento. Através da suaConvenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, que celebra o seu 10º aniversário este ano, a UNESCO pretende promover a leitura entre os jovens e os grupos marginalizados. Estamos a trabalhar com a International Publishers Association, a International Booksellers’ Federation e a International Federation of Library Associations para apoiar as carreiras profissionais nas editoras, livrarias, bibliotecas e escolas.
Este é o espírito norteador de Incheon, na Coreia do Sul, que foi designada Capital Mundial do Livro 2015, em reconhecimento do seu programa para promover a leitura entre as pessoas e as camadas mais desfavorecidas da população. Esta designação entra em vigor no Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor e será comemorada com os participantes do ano anterior, Port Harcourt, na Nigéria.
Com Incheon e toda a comunidade internacional, vamos unir-nos para comemorar os livros como a personificação da criatividade, o desejo de compartilhar ideias e conhecimentos, para inspirar a compreensão, o diálogo e a tolerância. Esta é a mensagem da UNESCO sobre o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor.
Mensagem de Irina Bokova, Directora-Geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor 2015

Sugestões para o Dia Mundial do Livro 2015


  1. Descarregue livros publicados nos últimos 70 anos pela UNESDOC. É grátis!
  2. Partilhe a sua paixão por um autor e ofereça a alguém um livro da sua autoria!
  3. Aproveite a oportunidade para descobrir algo diferente daquilo que está habituado(a) a ler.
  4. Escreva uma nota num livro a dizer“Feliz Dia do Livro”, ponha-lhe um dos nossos marcadores e deixe-o num banco de jardim ou num assento do metro!
  5. Dê os seus livros que já não usa a uma ou mais associações.
  6. Imprima os nossos materiais de campanha e organize uma venda de livros no seu bairro!
  7. Planeie eventos de leitura locais, em escolas e bibliotecas e encoraje e convide alguns convidados famosos para se envolverem.
Fonte: Sítio da UNESCO e BAD

 Tenha muitos e bons dias com livros!

Dia Mundial do Livro


Ilustração de Jimmy Liao in «El sonido de los colores»
Ilustração de Jimmy Liao in «El sonido de los colores»

por Ana Ramalhete
Podemos escolher um livro por questões emocionais: sensibilidade, atracção, identificação, conhecimento, afeição; por questões gráficas: ilustração, textura, composição, padrão, forma, coerência; por questões literárias: texto, língua, conteúdo, estilo, originalidade; por questões práticas: preço, disponibilidade, oportunidade, acessibilidade; ou por questões inadiáveis, como a urgência do amor ou o apelo irresistível da paixão.
Quando as capas chamam por nós
Quando as guardas nos contam histórias
Quando o título nos acerta no coração
Quando sustemos a respiração ao olhá-lo
Quando queremos deslizar a mão pela capa
Quando não sabemos o porquê de tanta exaltação
Isso é paixão
Paixão pelo livro!

Da estante para a vida: o mapa das histórias

Ilustração de Jimmy Liao in «La noche estrellada»

                         Ilustração de Jimmy Liao in «La noche estrellada», retirada do blogue revistafabulas


«Não precisamos sequer de um par de anos de vida para percebermos que uma boa história começa sempre no tempo e no lugar do “Era uma vez”. Depois, quando estudamos gramática e começamos a pensar um pouco mais nas palavras, percebemos que “Era uma vez” não existe. Porque se se passou uma só vez é porque “Foi uma vez”. Mas isso é só um detalhe se comparado com a curiosidade despertada por esta fórmula quase mágica que faz com que todos os acontecimentos, dali em diante, nos afastem de quem nos conta a história ou do livro que seguramos na mão, e nos levem para longe, longe.

É que quando mergulhamos numa história, numa paisagem ou na cabeça de outros, esquecemos as palavras e a gramática para nos deixarmos levar para mundos feitos à medida de sonhos, de medos, de incertezas, de desejos, de explicações sobre as causas das coisas. Nem damos conta de que aquilo de que são feitas as histórias que vivem dentro dos livros, dentro da imaginação, guardada na memória das páginas ou do saber de cor, são exatamente as mesmas palavras que nos servem todos os dias para levarmos as nossas vidinhas. Como também não nos damos logo conta de que essa combinação de palavras cresce para a combinação de episódios, de imagens, de diálogos, de explicações, de perguntas e respostas, e que muitos destes se reencontram e se repetem em sequências que, ainda assim, fruto da arte de quem as conta, fazem de cada texto um exemplar único.
Quando nos levam ao lugar dos livros em que podemos pegar-lhes, escolher um – ou mais –, levá-lo para casa, usá-lo, e depois ir lá trocá-lo por outro, e mais outro, e mais outro, numa sucessão de paixões mais ou menos intensas, percebemos que aquele padrão de cores que forra as estantes de uma biblioteca – que é o lugar onde tudo isto é possível – se transforma numa espécie de mapa do mundo das histórias que nos contam desde que temos, às vezes nem sequer, um par de anos de vida.
É que não podemos viajar e dar a volta ao mundo só por olharmos para o planisfério, mas podemos preparar a viagem. E se o mapa-múndi for bem contado, ao detalhe, podemos reconhecer os lugares que afirmam entre si distâncias, que partilham mares, que se separam por cordilheiras ou se tocam pelos desertos. E se conhecermos as histórias que vivem dentro dos livros, as tais que repetem, refazem, recontam, redizem as palavras de há séculos e séculos, de outros lugares, enfim do tempo e do país do “Era uma vez”, vamos certamente encontrar nos lugares que percorreremos ao longo da nossa vida, dessa que começou mesmo quando nos começaram a contar o que são as vidas, essas outras vidas que aprendemos como se vivem, como se salvam, como se entregam, como se partilham e, claro, como acabam.
Se pacientemente, e não sem algum esforço entenda-se, formos folheando e lendo os livros que ordenadamente os bibliotecários dispõem ao compor esse mapa do mundo das histórias, podemos ganhar a nossa viagem ao mundo da imaginação, do passado, do que podia acontecer aqui ou ali, antes, agora ou depois. E quanto mais cedo essa viagem pelo mapa começar, mais depressa se torna seguro o passo de quem sai do mapa para calcorrear o chão que fica à sua frente.»

Universidade de Évora

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Concurso Nacional de Leitura 2014/ 2015 - 2ª Fase Distrital – Aveiro

No âmbito da 9ª edição do Concurso Nacional de Leitura 2014/2015, mais de 250 alunos do 3.º Ciclo e Ensino Secundário do distrito de Aveiro reuniram-se hoje, dia 16 de abril,  em Albergaria-a-Velha, para a fase distrital.

Foram muitos os alunos a prestar a prova escrita, mas apenas cinco de cada categoria (do 3º ciclo e secundário) passaram à prova pública (oral). Entre eles, estava um dos nossos alunos  - Ana Miguel Carvalho, do 8ºA, que obteve um honroso 3º lugar (básico).
Os  alunos foram recebidos na Biblioteca Municipal pelo Presidente da Câmara, António Loureiro, pela Vereadora da Educação, Catarina Mendes, e pela responsável pelo Concurso Nacional de Leitura, Vera Oliveira. Realizaram depois a prova escrita, na Incubadora de Empresas, pelas 11h30. Durante a correção dos testes, os alunos tiveram um almoço convívio e seguiram em  visita pela [Re]Conhecer Albergaria-a-Velha, a Mostra de Oferta Educativa e Formativa que está a decorrer no Pavilhão Municipal de Albergaria-a-Velha.

Durante a tarde, pelas 16h00, o Cineteatro Alba recebeu a prova oral. Para além de responderem a questões sobre as obras estudadas, os concorrentes  declamaram poesia de diversos autores.

As obras a concurso selecionadas foram: “O senhor Henri”, de Gonçalo M. Tavares, e “O Estranhão”, de Álvaro Magalhães, para o 3º Ciclo, e “Uma menina está perdida no seu século à procura do pai”, de Gonçalo M. Tavares, e “Experiência Antárctida: relatos de um cientista polar português, ”, de José Xavier, para o Secundário.

Os vencedores e os dois suplentes foram escolhidos por um júri constituído por três elementos entre os quais Fernando Pinto de Amaral, comissário do Plano Nacional de Leitura. Estes vão representar o distrito de Aveiro na grande Final do Concurso Nacional de Leitura, a decorrer em  Lisboa, no decurso do mês de maio.

Para os professores e encarregados de educação que acompanharam os concorrentes, a Autarquia preparou um programa cultural que incluiu visitas guiadas à Biblioteca Municipal e à exposição permanente do Cineteatro Alba, bem como uma prova gastronómica de produtos locais.

O Concurso Nacional de Leitura, coordenado pelo Plano Nacional de Leitura em estreita articulação com a Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas e com a Rede de Bibliotecas Escolares, é o principal evento nacional do género e já vai na sua oitava edição. A iniciativa tem como objetivo promover e estimular a prática da leitura entre os alunos do 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário, através do convívio de alunos, professores e comunidade local.

PARABÉNS e obrigada à Ana Miguel Carvalho que levou o Agrupamento de Escolas de Arouca ao palco e obteve o 3º lugar!
Os parabéns vão também para a Alexandra Teixeira, a Beatriz Teixeira, o Carlos Mendes, a Clara Brito e a Mariana Pinto. 
A escola está orgulhosa da vossa participação e reconhece o vosso esforço e o vosso entusiasmo.
Estão igualmente de parabéns as professoras dos alunos finalistas do AEA, que os acompanharam até à Prova Distrital - Ana Celeste Fernandes, Florbela Fernandes, Marisa Saraiva, Regina Almeida, Olga Rodrigues e Olga Soares.

Por fim, agradecemos a colaboração da Câmara Municipal de Arouca na cedência do transporte.

Ver/Descarregar fotos

Vencedores do distrito no Concurso Nacional de Leitura encontrados em Albergaria-a-Velha


quarta-feira, 15 de abril de 2015

David Machado vence Prémio de Literatura da UE 2015

David Machado vence prémio de literatura da União Europeia


O autor português está entre os doze vencedores do Prémio de Literatura da União Europeia, destinado a escritores em início de carreira e que antes distinguiu Dulce Maria Cardoso e Afonso Cruz.

David Machado viu-se galardoado com o Prémio de Literatura da União Europeia (UE) de 2015 com a obra Índice Médio de Felicidade (Dom Quixote, 2013). O escritor português é um dos doze vencedores cujos nomes e nacionalidades foram hoje revelados na Feira do Livro de Londres por Tibor Navracsics, Comissário Europeu para a Educação, a Cultura, a Juventude e o Desporto.
O prémio, que se traduz num montante de cinco mil euros para cada um dos vencedores, distingue escritores em início de carreira, como aconteceu em edições passadas com os autores Dulce Maria Cardoso e Afonso Cruz. O júri que por unanimidade decidiu premiar Índice Médio de Felicidade na edição de 2015 era composto por Elísio Maia, em representação dos livreiros portugueses, José Jorge Letria, em representação dos autores, e João Amaral, em representação dos editores.
Ao lado de David Machado foram ainda distinguidos: Carolina Schutti (Áustria), Luka Bekavac (Croácia), Gaëlle Josse (França), Edina Szvoren (Hungria), Donal Ryan (Irlanda), Lorenzo Amurri (Itália), Undine Radzeviciute (Lituânia), Ida Hegazi Hoyer (Noruega), Magdalena Parys (Polónia), David Machado (Portugal) Svetlana Zuchová (Eslováquia) e Sara Stridsberg (Suécia).
Autor de ficção e literatura infantil, David Machado, nasceu em Lisboa em 1978. Foi galardoado em 2005 com o prémio Branquinho da Fonseca pela obra A Noite dos Animais Inventados e, em 2010, com o prémio da Sociedade Portuguesa de Autores/RTP na categoria de literatura infantil e juvenil com a obra O Tubarão na Banheira.
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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Morreu o Nobel alemão Günter Grass


«O escritor alemão Günter Grass morreu aos 87 anos, informou nesta segunda-feira a sua editora Steidl. O Prémio Nobel da Literatura morreu na cidade de Lübeck, na Alemanha.» Ler no Público

«Grass é considerado um dos principais escritores e vozes da Alemanha do pós-Guerra. Nunca fugiu a polémicas: quer com críticas à reunificação da Alemanha, quer com críticas a Israel, mais recentemente. É autor de uma extensa obra, distinguida em 1999 como Nobel da Literatura da Academia de Estocolmo.» Ler no Diário de Notícias

«Nascido ea 16 de Outubro de 1927, oriundo de uma família humilde e católica - os pais geriam uma mercearia em Gdansk, Polónia (outrora Danzig) -, Grass cresceu sob essa influência religiosa, mas também marcado pela ascenção de Hitler na Alemanha, tendo feito parte da Juventude Hitleriana e das Waffen-SS. Foram experiências das quais falou, embora apenas várias décadas depois, o que causou grande escândalo.» Ler no Expresso.

«Foi em Paris que escreveu O Tambor (The Tim Drum, em inglês), publicado em 1959, a obra que lhe deu notoriedade internacional e lhe permitiu que recuperasse a sua auto estima. Foi com O Tambor que abriu caminho para o Nobel, que viria a ganhar 40 anos depois.» Ler no Observador.

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sexta-feira, 10 de abril de 2015

A 25 de abril, Porto Editora parte em Viagem Literária


Viagem Literária é um evento promovido pela Porto Editora que promete aproximar autores e leitores, promovendo o gosto pela literatura, em itinerância por todo o país.

O evento começa a 25 de abril com Luís Sepúlveda e Valter Hugo Mãe no Teatro Municipal de Bragança, pelas 17.00. Até setembro de 2016 o evento passará por 16 capitais de distrito, pelo Funchal e por Ponta Delgada. Lisboa e Porto ficam de fora.

Em cada cidade, dois autores numa conversa moderada pelo jornalista João Paulo Sacadura. Confirmados estão já Laurentino Gomes, Richard Zimler, Francisco José Viegas, José Eduardo Agualusa, José Rentes de Carvalho, Miguel Esteves Cardoso, Rosa Montero e Gonçalo M. Tavares.

O evento terá entrada livre e dará preferência aos teatros municipais como espaço onde decorrerão as sessões.

Em comunicado a editora sublinha a «projecção nacional deste evento que pretende envolver os públicos que, regra geral, não têm acesso à mesma oferta cultural que existe nos dois maiores centros urbanos.» Acompanhe o evento na página de Facebook, aqui.

|notícia daqui|

quarta-feira, 8 de abril de 2015

A moda dos livros de colorir para adultos

A moda dos livros de colorir para adultos



O conceito é simples e chama-se arteterapia. E está a ser tão "viral", que fez que entre os 12 livros mais vendidos nos Estados Unidos metade sejam álbuns para colorir.

por João Céu e Silva, in Diário de Notícias

O livro que está em primeiro lugar intitula-se Jardim Secreto e é da autoria de Johanna Basford, que é definida como "uma ilustradora que cria intrincados desenhos à mão, com inspiração na fauna e flora que rodeiam a sua casa na Escócia." A autora de sucesso na Amazon considera que a arteterapia que estes livros permitem é parecida com a situação de se desligar do mundo: "É criativo e não assusta como uma folha em branco. Para muitas pessoas, um livro para colorir satisfaz a nível artístico e acrescenta um toque de nostalgia. Além de que, com o sucesso destes livros, o adulto não precisa de fazer como em criança, muitas vezes à noite antes de dormir e às escondidas dos pais, porque atualmente é uma prática socialmente aceite."


Na biblioteca temos este:

Arte-Terapia Anti-Stress

20 contos inéditos de Fernando Pessoa


20 contos inéditos de Fernando Pessoa


A meses de perfazer os oitenta anos da sua morte natural, Fernando Pessoa não passa um dia sossegado sem que alguém o "retire" da arca. É um conto inacabado, são uns versos de um poema desconhecido, é uma carta com novidades... Ou seja, o poeta não sossega e os maiores especialistas na sua obra adiantam que não irá repousar por muitos e bons anos tão cedo.

por João Céu e Silva |Fonte Diário de Notícias|

O lançamento do livro A Estrada do Esquecimento e Outros Contos, que contém 20 contos narrativas inéditas, é organizado pela especialista em Pessoa Ana Maria Freitas e tem empenhada participação na revelação de muitos textos que se encontram no espólio do poeta na Biblioteca Nacional de Portugal. Este volume prossegue a orientação de um que coordenou anteriormente, O Mendigo e outros contos, onde se imprimiam também alguns contos inéditos, numa edição cuidada e anotada. No caso de A Estrada do Esquecimento e outros contos o objetivo é apontado logo na nota introdutória: "Contribuir para o conhecimento de uma área da obra do autor que se tem revelado mais vasta do que inicialmente se imaginou." Explica a editora deste livro que, apesar de Pessoa ter estado sempre interessado em publicar mais do que o pouco que foi editado em vida, é necessário "percorrer o caminho que o autor fez ao criar os seus textos e tentar adivinhar as intenções para garantir fidelidade ao seu projeto".

Ler aqui o artigo completo.

Mai Jia, o desconhecido mais famoso

Mai Jia, o desconhecido mais famoso
A crítica internacional tem posto o escritor chinês Mai Jia nos píncaros da lua. É um novo nome, um entre tantos milhões de habitantes da República Popular da China, país onde o número de escritores tornados conhecidos no ocidente é ínfimo. Mesmo que tenha vindo da China um Prémio Nobel da Literatura há bem pouco tempo, Mo Yan.

A London Review of Books diz sobre o livro de Mai Jia: "Uma abordagem complexa e subtil da criptografia, da política e dos sonhos." The Independent afirma: "Uma mistura de Kafka e Agatha Christie." O The New York Times declara: "Uma obra-prima com um enredo emocionante e detalhes brilhantes." 

por João Céu e Silva, in Diário de Notícias.



Ler o artigo completo aqui.

O atentado literário de Michel Houellebecq

O atentado literário de Michel Houellebecq

O romance Submissão já chegou às livrarias, um novo "atentado" literário do escritor francês Michel Houellebecq, que não foge à polémica.

por João Céu e Silva, in Diário de Notícias.

Ler mais aqui.




quinta-feira, 2 de abril de 2015

2 de Abril é o Dia Internacional do Livro Infantil




O dia 2 de Abril é comemorado todos os anos como o Dia Internacional do Livro Infantil em homenagem a Hans Christian Andersen, assinalando a data do seu nascimento em 1805.

cartazibby

Todos os anos também, o International Board on Books for Young People (IBBY) convida um escritor e um ilustrador para produzirem uma mensagem   (possível tradução em portuguêse um cartaz alusivos à efeméride. Este ano essa responsabilidade coube aos Emirados Árabes Unidos, sendo a escritora Marwa Al Aqroubi e o cartaz da autoria da ilustradora Nasim Abaeian, ambos subordinados ao lema Many Cultures One Story.

Com esta efeméride, os organismos, entidades e pessoas de algum modo ligados à educação, à leitura e às bibliotecas pretendem chamar a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros para a infância.

Para assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil 2015, a Direcção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) convidou o ilustrador António Jorge Gonçalves, vencedor do Prémio Nacional de Ilustração do ano passado, para ser o autor da imagem do cartaz português.

|fonte: DGLB|