Foi com enorme prazer que,
no passado dia 23 de fevereiro, o Agrupamento de Escolas de Arouca - ESA -
recebeu a escritora Mafalda Moutinho. A escritora, que reside em Itália, é autora da conhecida coleção «Os Primos». Um dos
seus livros, o Mistério da Catacumbas
Romanas, foi selecionado para o CNL.
Mafalda Moutinho conversou
com cerca de 120 alunos do ensino básico (7ºD, F e H/8ºH e 9ºA) sobre as suas
obras e apresentou o siteoficial da
coleção.
No
final houve sessão de autógrafos.
A sessão na ESA com a escritora foi também pretexto para
a entrega dos prémios aos vencedores da 1ª fase da IX Edição do Concurso
Nacional de Leitura e às superTurmas e para a entrega dos prémios especiais
Arouplás e Chatron (ensino básico vocacional/CEF e ensino secundário
profissional).
Os
finalistas do CNL (3), de cada categoria (Básico e Secundário),
Ana Carvalho - 8ºA;
Beatriz Teixeira - 8ºF;
Carlos Mendes - 7ºD;
Alexandra Teixeira - 10ºD;
Clara
Brito - 12ºD
e Mariana Pinto - 11ºA
e as superTurmas (8ºD e 10ºB)
receberam livros de apoio ao estudo, gramáticas, romances e os livros
selecionados para a fase distrital do concurso. Os primeiros classificados
receberam ainda, da direção do Agrupamento, um tablet, em sinal de
reconhecimento da sua dedicação à leitura.
Também
os vencedores do prémio especial Arouplás e Chatron, Emanuel Silva, do 8ºH e
Diana Pereira, do 12ºH, receberam um tablet entregue pela representante da AECA,
Dra. Célia Oliveira e pelo presidente da Arouplás, o sr. David Silva.
Marcaram
também presença nesta cerimónia, para enaltecer ainda mais o mérito destes alunos,
os seus Diretores de Turma, os professores de Português e a Dra. Margarida Rocha da
Biblioteca Municipal de Arouca.
De
realçar a abrangência desta iniciativa do Departamento de Línguas e da
Biblioteca Escolar que pôs a ler 525 alunos (276 do Ensino Básico – regular/vocacional
e CEF e 249 do Ensino Secundário – regular e profissional).
Um agradecimento especial a todos aqueles que
contribuíram e continuam a contribuir para que esta festa da leitura seja um projeto de sucesso.
Obrigado Nicolau, do 9ºA, pela performance musical.
Foi inaugurada a Livraria Online do IAVE, onde podem ser adquiridas as publicações 2014/2015 de Matemática A, de Física e Química, de Biologia e Geologia e de Matemática dos 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico. O IAVE disponibiliza a nova coleção de publicações 2014/2015, com a compilação de questões de exames nacionais, de testes intermédios e de provas finais de ciclo, integrando já as questões das provas realizadas na época de exames de 2014. Estas publicações são comercializadas exclusivamente nesta Livraria Online. Nesta fase de lançamento, os portes são totalmente grátis para todo o território nacional.
No dia 13 fevereiro, também
as bibliotecas escolares saíram à rua e acompanharam o corso carnavalesco,
participando nos festejos do Carnaval no Agrupamento.
Antecipando o Dia Internacional do Livro Oferecido (dia 14 de fevereiro), o grupo de professores
bibliotecários (3) e assistentes operacionais (3) das bibliotecas Escolares do
Agrupamento foi oferecendo livros (perto de 200) a crianças e adultos que assistiam ao desfile.
A 33ª edição da revista Blimunda já se encontra em linha. Este mês a revista presta homenagem a Levantado do Chão,de José Saramago. Há ainda Zombie, de Marco Mendes, e uma entrevista a Luiz Schwarcz, fundador da Companhia das Letras. Para ler no Cadeirão Voltaire.
Argumentista português que nunca foi ao Brasil e ilustrador brasileiro que nunca esteve em Portugal criam banda desenhada sobre o escritor. A língua (e a internet) juntaram os dois autores.
Fernando Pessoa pode ser o herói desta história mas não é o único. A língua portuguesa, a que o poeta tanto se dedicou, e a internet, cujo advento ele não previu nem no mais elaborado dos seus cálculos astrológicos, são as coprotagonistas. André Morgado, o português de 27 anos autor do argumento de A Vida Oculta de Fernando Pessoa, e Alexandre Leoni, o ilustrador brasileiro de 26, nunca se viram na vida. Não fossem a língua portuguesa e a internet e a obra não sairia do papel.
"Sou fascinado pelo Pessoa desde sempre. Como é que um homem só conseguia escrever por dezenas?", questiona-se, à conversa com o DN, André Morgado, natural de Freineda, distrito da Guarda, e residente em Setúbal. "Um dia, em conversa com uns miúdos mais novos, ouvi-os dizer que Pessoa, um dos meus ídolos, era uma seca e percebi que eles não sabiam nada dele, fez-se um clique e decidi começar este projeto para fazer chegar o poeta a outros públicos."
«Um octogenário que procedia à limpeza do sótão de sua casa fez uma descoberta que vai alegrar os fãs de Sherlock Holmes: um livro de contos que inclui uma aventura do famoso detetive.» Para ler noObservador.
Os problemas deste desafio baseiam-se numa notícia publicada no Jornal Público de 3 de fevereiro de 2015.
Esta notícia apresenta informação relativa às famílias portuguesas em dificuldades financeiras e em situação de sobreendividamento nos últimos anos, em particular no ano de 2014.
Os alunos podem responder até ao dia 20 de março de 2015.
Todos os alunos que responderem corretamente ficam habilitados a um prémio. |consulte o site|
Este concurso é dirigido a todos os alunos e aos elementos da comunidade escolar. O Plano Nacional de Leitura desafia-te a criar um cartaz original sobre leituras. Para o pré-escolar e o 1º ciclo os trabalhos são coletivos. No 2º, 3º ciclos e ensino secundário os trabalhos são individuais. E há prémios !!! Um dia de Aventura para os trabalhos coletivos e um tablet para os trabalhos individuais. Consulta aqui o regulamento.
Envelope da carta de um admirador de 14 anos, enviada em 1958
As cartas que os admiradores da Rainha do Crime lhe escreveram são agora publicadas no 125.º aniversário da escritora
O que pode a literatura por uma mulher num campo de trabalho alemão durante a II Guerra? E o que pode por centenas de mulheres em prisões políticas na Roménia? E por um rapaz de 14 anos que sonha já com os filhos que um dia terá? Pode muito, dizem as centenas de cartas de admiradores dirigidas a Agatha Christie. Muitas vezes pode mais do que tudo o resto. As cartas, publicadas agora pela primeira vez no 125º aniversário da autora de 66 romances policias e 14 coleções de contos, podem ser vistas no seu site oficial, disponibilizadas pelo seu neto Mathew Prichard.
1 de junho de 1959. Uma mulher polaca conta à criadora de Miss Marple e Hercule Poirot que, num campo de trabalho alemão durante a guerra, recebeu em troca de um pedaço de vela uma tradução polaca de O Homem do Fato Castanho, único livro que tinha então. "Era uma fascinante e divertida história que lia e relia tão frequentemente que quase a sabia de cor. As primeiras páginas estavam em falta por isso não sabia o título nem o autor, mas durante sete meses aquilo foi a minha única ligação com um mundo normal." E despede-se Irena Malouzynska: "Nunca um dos seus livros pode ter significado mais para alguém do que aquela esfarrapada tradução polaca significou para mim."
No dia 23 de fevereiro, às 10,15h, no auditório pequeno da ESA, irá decorrer a cerimónia de entrega de Prémios da 1ª Eliminatória da IX Edição do Concurso Nacional de Leitura/Prémio SuperTurmas/Prémios Especiais Arouplás e Chatron, com a presença da escritora Mafalda Moutinho, autora do livro "O mistério das catacumbas romanas", um dos livros selecionados para a 1ª fase do CNL.
Finda a cerimónia, seguir-se-à uma breve conversa com a escritora e sessão de autógrafos (os seus livros encontram-se à venda na BE da ESA).
A música «Happy», de Pharrell Williams, que fez parte da banda sonora do filme Gru, o maldisposto 2, e fez sucesso um pouco por todo o mundo, será agora transformado num livro infantil ilustrado, com fotografias de crianças de várias partes do mundo celebrando a felicidade. O livro será publicado pela chancela Putnam, pertencente à Peguin Random House, a 22 de setembro.
«A escritora Luísa Dacosta morreu neste domingo aos 87 anos no hospital de Matosinhos, disse à Lusa fonte editorial, citando a família.» Ler no Público.
«A escritora Luísa Dacosta morreu, este domingo, aos 87 anos, no hospital de Matosinhos, vítima de doença prolongada, disse à agência Lusa fonte editorial, citando a família.» Ler na Rádio Renascença, no Sol, no Observador e no Diário Digital.
«A autora que se destacou na literatura infantil - mas não só - nasceu em Vila Real e começou a publicar livros em 1955 com o volume de contos Província.» Ler no Jornal de Notícias.
«A escritora Luísa Dacosta morreu este domingo na véspera de completar 88 anos.
Natural de Vila Real, Luísa Pinto dos Santos, nome de batismo de Luísa Dacosta, publicou pela primeira vez em 1955. A obra reunia vários contos e chamava-se "Província" e foi uma destacada autora de literatura infantil.» Ler no Diário de Notícias.
«Morreu a escritora Luísa Dacosta. Escritora de livros infantis, foi também professora primária. Publicou pela primeira vez em 1955. Foi distinguida com diferentes prémios, nomeadamente o Prémio Vergílio Ferreira em 2010.» Ver na RTP.
14 de fevereiro é o DIA dos NAMORADOS, mas também é o Dia Internacional do Livro Oferecido, sabia?
Sugerimos 4 propostas para assinalar THE INTERNATIONAL BOOK GIVING DAY/Dia Internacional do Livro Oferecido
(comemoração antecipada para o dia 13 de fevereiro no Agrupamento de Escolas de Arouca durante o Desfile de Carnaval):
1. OFEREÇA UM LIVRO A UM AMIGO OU FAMILIAR– ofereça a uma criança um livro novo ou usado ou empreste-lhe um da sua biblioteca pessoal;
2. DEIXE UM LIVRO NUMA SALA DE ESPERA OU NUM LOCAL DE PASSAGEM – escolha um local por onde as crianças passam ou onde se juntam e deixe alguns livros atrativos (divertidos, coloridos, novos, recentes) dispostos de forma chamativa;
3. DOE UM LIVRO - faça um embrulho com livros infantis dos seus filhos já crescidos e coloque-os nas mãos daquelas crianças que poucos ou nenhuns têm. Também pode doá-los a uma instituição local (centro de acolhimento, infantário, hospital, à nossa biblioteca escolar…). Em alternativa, pode enviá-los para Timor, Guiné, Moçambique, Angola, S.Tomé ou Cabo Verde.
4. RECEBA UM LIVRO - as BEs do Agrupamento de Escolas de Arouca vão oferecer livros durante o Desfile de Carnaval. Esteja atento - quem sabe? poderá ser um dos felizes contemplados!
"Sonha-se com o amor romântico desde muito cedo. Na infância, os rapazes e as raparigas fazem cara feia quando se fala de namoro, mas às escondidas trocam bilhetinhos, dão as mãos, beijinhos envergonhados, escolhem os futuros namorados ou namoradas. Depois cresce-se mais um bocadinho, chega a adolescência, e parece que as hormonas tomam conta de tudo. Mas o Dia de São Valentim também serve para celebrar o amor em todas as suas formas, seja entre namorados, seja entre pais e filhos, avós e netos, irmãos, primos e amigos. A pensar nos diversos ângulos do amor, deixamos aqui dez livros para oferecer, para partilhar, para refletir, para discutir." |daqui|
O Coração e a Garrafa, de Oliver Jeffers, Orfeu Negro
«O Coração e a Garrafa fala-nos de uma menina fascinada com o mundo à sua volta. Até que um dia algo aconteceu que a fez pegar no seu coração e guardá-lo num sítio seguro. Pelo menos durante algum tempo… Só que, a partir daí, nada parecia fazer sentido. Saberia ela quando e como recuperar o seu coração?
Com esta história comovente, Oliver Jeffers explora os temas difíceis do amor e da perda, devolvendo-nos, de maneira notável, um sopro de alento e de vida.»
Amigos, de Eric Carle, Kalandraka
«Partilhavam amizade, brincadeiras e confidências até que a distância os separou. Voltarem a juntar-se vale bem uma longa viagem, atravessando um rio, uma montanha, uma floresta…»
História de um gato e de um rato que se tornaram amigos, de Luis Sepúlveda, Porto Editora
«Max vive em Munique com os seus pais e irmãos — e com Mix, o seu inseparável gato preto com uma mancha branca na barriga. Amigos desde a infância, quando Max cresce e decide mudar de casa, leva Mix consigo. Mix adora viver no novo apartamento. Mas quando Max começa a trabalhar e não pode estar tanto tempo em casa, Mix, que está a envelhecer e a perder a visão, sente-se cada vez mais sozinho. Um dia, Mix ouve uns passinhos suaves vindos da despensa e descobre que há um ladrão a comer os cereais crocantes do dono. Esperto, Mix deixa-se ficar quieto e, de repente, com a rapidez de outros tempos, estica a pata e sente o corpo trémulo de um minúsculo ratinho. Mex, como é batizado, é um ratinho mexicano, muito medroso e charlatão. Mas os verdadeiros amigos apoiam-se um ao outro e juntos aprendem a partilhar o que de melhor têm dentro de si. Baseado num episódio da vida de um dos filhos de Luis Sepúlveda, a História de um gato e de um rato que se tornaram amigos oferece-nos uma vez mais uma fábula singela e divertida sobre o verdadeiro valor da amizade.»
Voa Comigo!, de Maria Teresa Maia Gonzalez, Editorial Presença
«Em Voa Comigo! transporta o leitor até ao universo de Edu, um rapaz de onze anos cujo maior desejo é tornar-se piloto-aviador. A família apoia-o incondicionalmente no seu sonho, incluindo a mãe que está internada num hospital psiquiátrico. Certo dia, Edu é confrontado com uma notícia algo perturbadora: o pai vai voltar a casar. Apesar de querer a sua felicidade, sempre desejou que a mãe voltasse para casa e a família se unisse novamente. Se não fosse o reencontro com um amigo muito especial Edu não descobriria o poder dos sentimentos, capazes de transformar o mundo.»
Mulherzinhas, de Louise May Alcott, Oficina do Livro
«As irmãs Meg, Jo, Beth e Amy conhecem algumas dificuldades depois da partida do seu pai para a guerra e dos problemas económicos que a família enfrenta. Mas o espírito lutador e de união que reinam naquele lar ajudam-nas a seguir em frente.
Quer em casa quer nas relações com os amigos e vizinhos, elas conseguem surpreender e continuar e ser fiéis aos seus sonhos, vivendo cada dia com esperança e boa-disposição.
Uma história em que o amor e a coragem se revelam mais fortes do que todas as dificuldades que estas quatro raparigas, juntamente com a sua mãe, têm de enfrentar.»
Em Nome do Amor, de Meg Rosoff, Editorial Presença
«O romance Em Nome do Amor tomou de assalto o universo literário e enriqueceu-o de uma forma súbita, avassaladora e irreversível. A ilustrá-lo, os prémios que recebeu — o Guardian Children´s Fiction Prize de 2004 e o Branford Boase Award de 2005. Fascinante, intemporal e luminoso, este livro imerge-nos num mundo de sonho, beleza e magia, um mundo que vamos conhecendo pelos olhos da protagonista, Daisy, uma jovem de quinze anos, de Nova Iorque, que vai passar o Verão a casa da tia e dos primos, numa quinta do interior de Inglaterra. E é na idílica atmosfera rural inglesa, que Daisy descobre a dor e a alegria dos afectos mais profundos e do primeiro amor. Uma obra maravilhosa, de grande sensibilidade literária e emocional.»
Eleanor & Park, de Rainbow Rowell, Edições Chá das Cinco
«Eleanor… é uma miúda nova na escola, vinda de outra cidade. A sua vida familiar é um caos; sendo roliça e ruiva, e com a sua forma estranha de vestir, atrai a atenção de todos em seu redor, nem sempre pelos melhores motivos.
Park… é um rapaz meio coreano. Não é propriamente popular, mas vestido de negro e sempre isolado nos seus fones e livros, conseguiu tornar-se invisível. Tudo começa a mudar quando Park aceita que Eleanor se sente ao seu lado no autocarro da escola.
A princípio nem sequer se falam, mas pouco a pouco nasce uma genuína relação de amizade e cumplicidade que mudará as suas vidas. E contra o mundo, o amor aparece. Porque o amor é um superpoder.»
Anna e o Beijo Francês, de Stephanie Perkins, Quinta Essência
«Anna Oliphant tem grandes planos para o seu último ano em Atlanta: sair com a melhor amiga, Bridgette, e namoriscar com um colega no cinema onde trabalha. Por conseguinte, não fica muito contente quando o pai a envia para um colégio interno em Paris. As coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um rapaz deslumbrante – que tem namorada. Ele e Anna tornam-se grandes amigos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Irá Anna conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?»
Orgulho e Preconceito, de Jane Austen, Relógio D’Água
«A chegada de vários jovens marca uma profunda transformação na vida de uma família de classe média rural, os Bennets, e em particular na das suas filhas. Um desses jovens é Darcy, membro da alta sociedade que se distingue pelo seu orgulho. Desenvolve-se uma série de desafios, de equívocos, de julgamentos apressados, que conduzem à mágoa e ao escândalo, mas também ao auto-conhecimento e amor.»
Tusa, de Melvin Burgess, Dom Quixote
«Dino, Jon e Ben são três amigos adolescentes, com problemas muito diferentes, mas todos eles estão a descobrir o sexo. Neste momento das suas vidas, o sexo é o principal interesse e, entre medos, equívocos, preocupações e umas quantas peripécias, eles vão-se tornando maduros. Tusa é um livro ousado, honesto, realistas e às vezes hilariante, sobre o despertar dos adolescentes para a sexualidade, escrito por um dos mais originais e atentos escritores de livros para e sobre jovens. Autor vencedor do Carnegie Medal e do Guardian Children’s Fiction Prize.»
Ao abrigo do artigo 10º do regulamento do Concurso Nacional de Leitura do AEA, foram apurados os alunos para a prova final (um comentário escrito) que se realizou no dia 3 de fevereiro, pelas 11:00H, na biblioteca da ESA.
Eis os resultados e a VENCEDORA:
Entrega do prémio no dia 23 de fevereiro, segunda-feira, no auditório.
Dados sugerem que os vapores dos cigarros eletrónicos diminuem as defesas contra as infeções respiratórias e contêm compostos químicos que podem danificar as células
Os vapores do cigarro eletrónico, que não está abrangido pela lei que proíbe o fumo em espaços públicos, diminuem as defesas do sistema respiratório contra as infeções por vírus ou bactérias e, além disso, produzem compostos químicos nocivos que podem causar danos celulares, tal como acontece com os cigarros tradicionais.
O veredicto é de um estudo publicado ontem na revista PLOS One por um grupo de cientistas que foi coordenado por Shyam Biswal da Universidade John Hopkins, nos Estados Unidos.
Estes resultados vêm juntar-se a outros anteriores que já apontavam no sentido de o cigarro eletrónico não ser um produto isento de riscos para a saúde e são, por isso, mais uma peça para o debate sobre a sua utilização em espaços públicos.
O Bicho-da-Seda é o título do novo policial assinado por Robert Galbraith
Desta vez o policial não começa com impacto como acontecia no primeiro e anterior romance de J.K. Rowling escrito sob o pseudónimo de Robert Galbraith. Aliás, em 480 páginas a escritora pouco adianta até à página 37, tal como pouco espanta até à 67, só matando a primeira personagem na página 140. Mas quem chegar até à 129 já não consegue parar, porque a receita de como prender o leitor foi seguida nos mínimos pormenores e só resta ver se o Bombyx mori - bicho-da-seda em latim - sairá do casulo para se transformar em borboleta. Ou seja, quem é o autor do crime hediondo que matou um escritor também ele hediondo.
Desta vez, J.K. Rowling aprofunda o registo e estabiliza com O Bicho-da-Seda a nova saga num estilo que parece ser o desejado para ter uma voz diferente. Que bem se notará em certas partes por via de uma série de trocadilhos habitualmente não presentes na sua escrita. Que, sem desfazer qualquer um dos traços que sempre nortearão o ilustre policial na linha dos grandes clássicos do crime ingleses, impõe o registo estilístico definitivo ao seu pseudónimo. Entre as novas características deste Cormoran Strike está uma que é inesperada, a de circular pelas páginas muita da ordinarice própria do linguajar das classes mais "baixas" dos cidadãos daquela ilha. Como se quisesse esconjurar os tempos bem-comportados da sua mais famosa saga, ou, quem sabe, recordar os tempos em que viveu na cidade do Porto e terá ouvido palavrões amiúde, J.K. Rowling inscreve abundantemente jogos de palavras em torno dos testículos, ainda mais frequentemente escreve "cabrão" para adjetivar atitudes, fala de roupas imundas e de uma vida cheia de ação. Estes são alguns dos exemplos de várias preciosidades de calão que lemos nesta enciclopédia criminal. Curiosamente, tal como Dan Brown tinha feito no seu romance florentino, Inferno, também Rowling dá uma alfinetada nas fantasias eróticas da trilogia 50 Sombras de Grey, de E.L. James...
Quanto ao argumento de O Bicho-da-Seda, pode dizer-se que faz pensar numa situação autobiográfica da autora. Porque tudo se passa numa agência literária que representa um autor, Owen Quine, que comete o deslize de revelar o conteúdo do seu novo romance antes de o poder fazer. Nada que não tenha acontecido a J.K. Rowling, quando assumiu o pseudónimo Robert Galbraith, e também foi uma inconfidência que contou ao mundo que era a escritora quem estava por trás da autoria deste policial. Afinal, este romance é a história de um escritor que se esconde mas de quem ninguém quer saber o que faz ou por onde anda. O que não é o caso de J.K. Rowling, mesmo que renasça sob o pseudónimo de Robert Galbraith.